sábado, 19 de setembro de 2009

A teologia da Felicidade



Lembro-me da primeira vez que ouvi essa música. Tinha 11 anos, num sarau da escola. De fato, marcou-me como poucas músicas. Inquestionável a genialidade de Antônio Carlos Jobim. Inquestionável, também, sua letra. Não se aplica à minha vida, é bem verdade. Todavia, reconheço sua aplicabilidade. Trata-se de uma questão de cosmovisão.

No geral, dizem que vive-se em busca dela. Aprendi com o Nazareno que o grande erro é considerá-la um alvo a ser buscado. Sim, posto que ela é sempre uma consequência de escolhas previamente feitas; ainda que inconscientes.

Aprendi, também com ele, que ela não precisa ser tão delicada quanto a do maestro. Não sendo ciscunstancial, ultrapassa a finitude das nossas experiências. Permanece, assim, eterna em nossos corações.

Mas eu concordo com Jobim; finita ou não, devemos tratar dela muito bem. Eu, por exemplo, continuo curtindo a minha, ouvindo-o cantar a dele.

5 comentários:

Marina disse...

Que bom que tb não se aplica a minha vida!
Mas que eu adoro essa m´pusica, eu adoro!
bjs

Anônimo disse...

Como vc está culto? Onde está o meu antigo amigo q gostava de Fantasia nas suas tardes semanais???

Como diziam as assistentes do programa: Tempo??? / I de escola / ahhhh... vc errou.

Música: Fantasia no ar, fantasia no ar, lalalala... lalallaala...

Abs

Filipe

Daniel Guanaes disse...

Marina: Demais essa, não?

Filipe: ironias da vida. Eu gostava do fantasia quando tinha 8 anos, né? Lembro que vc gostava de Águas de Março. Lembra?
Bem, hoje seguindo o processo evolutivo, eu curto Tom. Você? Bem... conta aí pro pessoal o nível da sua involução musical. hahahahah. abs

Gabi disse...

Falou (muito bem) e disse!

Daniel Guanaes disse...

Gabi: Valeu! Demais essa música, né.