terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sobre o tal do Livro

Pertenço ao século em que nasci. E sobre isso já falei aqui. Procuro caminhar com os avanços tecnológicos que despontam em minha era, pois enxergo boa parte deles como meus aliados. Existem algumas coisas, porém, que me prendem ao passado. E uma delas é o tal do livro. Até tentei modernizá-lo. Tenho sempre algo bom pra ler em meu Ipod. Nunca o fiz, todavia. Gosto do barulho das páginas, das anotações em suas orelhas, dos marcadores me indicando quanto ainda falta para terminá-las.
O tal do livro tem uma mágica que lhe é única. Seu poder é milenar. Desde que foi inventado nenhuma geração jamais o viu como obsoleto. E isso diz muito a seu respeito. Mesmo rendido à tecnologia, continuo venerando esse bando de papel reunido, redigido e numerado; o tal do livro.

3 comentários:

Jonas O. Sousa disse...

Lê livros virtuais é questão de hábito! Se vc começar se adaptará tb! rs Agora aproveito das duas maneiras, a velha e a nova! Abraço e boas leituras!

Daniel Guanaes disse...

Eu bem que tento, Jonas! Vou chegar lá. Estou no processo. rs Abs

Anônimo disse...

Daniel, essa fidelidade ao contato físico com um livro, tal como você descreve, é prazerosa, salutar e eficaz. Na mesma linha de raciocínio, mas com enfoque em diferente objeto, tais sensações não ocorrem em curso por correspondência, pela ausência de contato próximo, olho-no-olho,com o
professor. Assim,que tal um "Vivas ao livro!" Ah!,e o prazer de olhar para uma estante cheia deles e dar uma "fotografada"no visual, hein?!"
Um abraço, Valmy.