quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sobre John Stott (1921 - 2011)

Sem nunca tê-lo conhecido pessoalmente, tenho a sensação de que perdi um mestre. John Stott me acompanha desde o começo de minha jornada teológica. Foi-me apresentado como uma voz lúcida que não fazia coro com o discurso liberal, sem tampouco buscar abrigo no fundamentalismo protestante. Como acadêmico, não tinha vergonha da piedade. Como pastor, zelava pelo intelecto. Deixou um legado que poucos foram capazes de deixar. Viveu 90 anos, e escreveu por séculos. Pregou de uma cidade, mas se fez compreender pelos quatro cantos do mundo. Foi, mas ficou. Não sei se planejou assim, mas soube se eternizar. Minha tristeza por sua morte não esconde a alegria por sua vida, como minha alegria por sua vida não esconde minha tristeza por sua morte. Louvo a Deus por este irmão na fé, esperando por um bom bate-papo, regado a chá inglês, quando na ressurreição dos santos.

1 comentários:

Jacqueline Boriam disse...

Olá Daniel!

Com certeza John Stott soube se eternizar, conforme suas palavras,rs! Ele fez parte também da minha jornada acadêmica, trazendo respostas, argumentos e até conforto no evangelho e na Cruz de Cristo!

parabéns pelo blog!

Jacqueline Boriam
www.verbovivoo.blogspot.com