domingo, 13 de maio de 2012

Pelo dia das mães


Quem, nas relações interpessoais, exerce influência mais significativa sobre o outro do que uma mãe? Que papel social no mundo é mais valorizado do que o materno? Ponha lado a lado as figuras que um indivíduo representa nos âmbitos profissionais, familiares e sociais, e nenhuma delas será tão aclamada quanto a maternidade.
As mães devem à Trindade o valor que recebem da sociedade. No início da história dos homens, a crise do primeiro casal quase acabou com a reputação da mulher. Mesmo tendo sido igualmente responsável por comer o fruto proibido, Adão culpou sua companheira por aquela situação. Ela foi punida, uma vez que havia infringido a lei. Todavia, Deus – rico em misericórdia – deixou claro que seria o descendente da mulher quem esmagaria a cabeça do descendente da serpente - que a havia engodado no jardim.
A maternidade passou a ser, ali, a esperança para a redenção da humanidade. Para que a história dos homens voltasse a ser vivida em aliança com o Criador, a mulher precisaria ser mãe. E, até a vinda de Jesus, cada ventre materno representava de alguma forma a possibilidade de resgatar a comunhão com o Eterno, perdida no jardim.
Mesmo depois da chegada do Descendente da mulher, a maternidade continua a brilhar. É como se, diante de cada gestação, Deus estivesse dizendo à humanidade: eu acredito em vocês! Mães carregam no ventre a esperança de que a raça que um dia quase colocou tudo a perder tenha cada vez mais representantes reconciliados pelo Descendente da mulher com o Criador.

Parabéns, mães, por este dia!

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