<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714</id><updated>2012-01-24T22:38:38.894-02:00</updated><category term='Sobre...'/><category term='Contos'/><category term='Para pensar'/><category term='Teologando'/><title type='text'>Fé Verdadeira para um mundo Real</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>198</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5804237376420084277</id><published>2011-12-21T23:17:00.002-02:00</published><updated>2011-12-21T23:20:32.053-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Religião para Ateus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filósofo da vida cotidiana, Alain de Botton - suíço radicado em Londres - ficou mundialmente famoso com a obra "&lt;i&gt;Como Proust pode mudar sua vida&lt;/i&gt;", Best-seller nos EUA e Grã-Bretanha. Seu estilo de escrita leve facilita aos leitores leigos não apenas a compreensão de seu pensamento, mas também os introduz ao conhecimento dos clássicos da filosofia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tardiamente ou não&lt;i&gt;, Religião para Ateus&lt;/i&gt;&amp;nbsp;foi meu primeiro contato com o pensamento de Alain de Botton. O livro me ganhou pela orelha, já que o título segue um padrão por demais &lt;i&gt;cliché&lt;/i&gt;. "&lt;i&gt;Deus pode estar morto, mas as questões urgentes que nos impulsionaram a inventá-lo ainda nos sensibilizam e exigem resoluções que não desaparecem quando somos instados a perceber algumas imprecisões científicas sobre o milagre da multiplicação de pães e peixes&lt;/i&gt;" foi a primeira frase que li, e que me fez ver que aquele não era mais um livro contra Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usualmente, deparo-me com ateus da escola de Dawkins. Homens que não escrevem para expor o que pensam, mas para desconstruir o que dizem não pensar. Alain de Botton preferiu outra via: a da tentativa de perceber na religião aspectos que trazem, de uma forma ou de outra, benefícios à sociedade. Declaradamente ateu, seu pressuposto é claro no livro: o transcendente divino e as experiências que dele decorrem são invenções humanas. Contudo, sua honestidade não o faz esconder os benefícios que percebe nas práticas e organizações religiosas. Em sua visão, elas oferecem à sociedade: sentimento de comunidade, delicadeza nos tratos, mentalidade menos comercial, escolha de referenciais de vida, reconsideração de estratégias de universidades, abordagens novas em relação à educação cultural, reconhecimento das necessidades infantis, abdicação de um otimismo contraproducente, utilização da arquitetura para preservar valores, aquisição de perspectivas por meio do transcendente, reorganização de museus e concentração de esforços dispersos no indivíduo interessado na proteção da alma para o patrocínio de instituições. Fantástico!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não posso deixar de confessar, entretanto, minha angústia do começo ao final do livro. De Botton percebe muitos dos benefícios da religião. Como poucos entre os de sua cosmovisão, reconhece nela algum valor. Ainda assim, não se depara com seu maior tesouro.&amp;nbsp;Disseca o Cristianismo e não encontra o seu Cristo. Respeito sua não-confessionalidade e admiro sua honestidade. Mas confesso que, pessoalmente, me frustro por tê-lo visto chegar tão perto em uma análise, e ainda assim permanecer tão longe. Filósofo da vida cotidiana que é, espero que continue lucubrando. E que descubra que, no lugar onde foi, existe muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5804237376420084277?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5804237376420084277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5804237376420084277&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5804237376420084277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5804237376420084277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/12/religiao-para-ateus.html' title='Religião para Ateus'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3743243450483247518</id><published>2011-11-28T16:55:00.004-02:00</published><updated>2011-11-28T20:46:38.107-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Fé (in)visível</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Espiritualidade e religiosidade são expressões muitas vezes usadas intercambiavelmente. Seus significados, todavia, não são sinônimos. Por mais que ambas estejam relacionadas à idéia do sagrado, elas representam realidades distintas, e sua compreensão pode nos ajudar na vivência de nossa fé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Espiritualidade é o elemento invisível da nossa prática de fé. É a experiência de todo homem com o sagrado, com o transcendente. Salomão a explica ao afirmar que Deus pôs a eternidade no coração do homem. Santo Agostinho, por sua vez, descreve-a como o anseio do homem por Deus, a fim de que, estando Nele, encontre descanso.&amp;nbsp; João Calvino, depois, a chamou de o ‘senso de divindade’ existente em toda a humanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Religiosidade, diferentemente, é o elemento visível da nossa prática de fé. É a forma como cada homem exercita sua espiritualidade. Diante da percepção de que existe um anseio pelo transcendente, os homens se organizam através de práticas – individuais ou comunitárias – que dão forma e significado a esse desejo real, ainda que invisível, de alcançar o divino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;As duas experiências são importantes na prática de fé – desde que cumpram seu devido papel. Dar à religiosidade mais importância do que à espiritualidade equivale a ater-se à forma, em detrimento do conteúdo. Em contrapartida, descobrir-se cheio de espiritualidade, mas não se organizar religiosamente para vivenciá-la corresponde a perder a oportunidade de desfrutar de um tesouro achado no próprio coração. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;É preciso descobrir em si a semente da eternidade, plantada por Deus no coração do homem, e em seu crescimento investir. É necessário, também, dar a esta semente forma, de maneira que ela seja vivenciada com relevância e clareza aos olhos de quem quiser contemplá-la. Porque somos seres espirituais e religiosos, nossa prática de fé precisa ser equilibradamente (in)visível.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3743243450483247518?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3743243450483247518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3743243450483247518&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3743243450483247518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3743243450483247518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/11/fe-invisivel.html' title='Fé (in)visível'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4456157867091049861</id><published>2011-11-09T23:54:00.001-02:00</published><updated>2011-11-09T23:56:14.074-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Onipotência tem limite</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No último dia 27 de Outubro, estudantes da USP iniciaram uma baderna no campus da universidade porque três de seus colegas que fumavam maconha foram reprimidos por policiais militares que patrulhavam o local. Para que os alunos apreendidos não fossem levados à delegacia, um grupo cercou a viatura da PM, apedrejando-a e, em seguida, ocupando o prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e, em seguida, a reitoria da universidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em tese, jovens de 20 e poucos anos. Na prática, meninos e meninas que parecem ter estagnado emocionalmente na síndrome da onipotência típica da adolescência.&lt;br /&gt;Com a chegada da puberdade, as pessoas experimentam mudanças não apenas físicas, mas também psíquicas. Descobrem-se menos dependentes das figuras parentais, e começam a - por isso - supor que são capazes de fazer o que bem desejarem, tão somente optem por fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Normalmente essa fase passa. Os pais, os relacionamentos, a sociedade e as leis acabam por mostrar - com mais custo para alguns, é verdade - que essa onipotência nunca existiu. Ainda que se pense nesses termos, ninguém faz absoluta e exclusivamente o que quer, quando quer e da forma que quer. Entendendo isso, as pessoas se rendem à uma vida que se constrói a partir da compreensão dos seus direitos, bem como dos direitos dos outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que vive-se dias nos quais parece ser maior a incidência de pessoas que, tendo passado &amp;nbsp;etariamente da adolescência, permanecem presas às suas síndromes. "E daí que a droga não é legalizada?". "E daí que a polícia está a patrulhar o campus?". "E daí que trabalhadores e estudantes estão sendo prejudicados?". "E daí que o patrimônio público está sendo danificado?". "E daí que a assembléia decidiu pela desocupação do prédio?". A única coisa que importa é o desejo de se fazer daquele um território livre, onde cada jovem refém da síndrome de onipotência viva sua eterna adolescência!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até se entende quando, no auge dos seus 15 aninhos, meninos e meninas agem assim. Mas, gente com barba na cara e carteira de motorista chamar baderna de protesto, preservação do espaço público de cerceamento do direito de ir e vir e repressão policial de ditadura - pra poder fumar maconha na faculdade - é demais. Por favor! Onipotência tem limite!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4456157867091049861?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4456157867091049861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4456157867091049861&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4456157867091049861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4456157867091049861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/11/onipotencia-tem-limite.html' title='Onipotência tem limite'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2569553391500034633</id><published>2011-11-01T12:38:00.000-02:00</published><updated>2011-11-01T12:38:03.567-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Entre a dúvida e a certeza</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:DocumentProperties&gt;   &lt;o:Revision&gt;0&lt;/o:Revision&gt;   &lt;o:TotalTime&gt;0&lt;/o:TotalTime&gt;   &lt;o:Pages&gt;1&lt;/o:Pages&gt;   &lt;o:Words&gt;225&lt;/o:Words&gt;   &lt;o:Characters&gt;1283&lt;/o:Characters&gt;   &lt;o:Company&gt;Home&lt;/o:Company&gt;   &lt;o:Lines&gt;10&lt;/o:Lines&gt;   &lt;o:Paragraphs&gt;3&lt;/o:Paragraphs&gt;   &lt;o:CharactersWithSpaces&gt;1505&lt;/o:CharactersWithSpaces&gt;   &lt;o:Version&gt;14.0&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;EN-US&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;JA&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="276"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Table Normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:Cambria;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Há cristãos para os quais perguntar é pecado. Gente para quem o discurso de Moisés: “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;as coisas encobertas pertencem ao Senhor&lt;/i&gt;” é o ponto final para qualquer conversa que os faça repensar seus dogmas. Diante disso, vale a pena pensar: Há espaço para questionamentos na sua fé?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O ponto de partida desta repulsa aos questionamentos, para muitos, parece ser a idéia de que fé é sinônimo de certeza e, consequentemente, antônimo de dúvida. Nessa lógica, quem crê não pode duvidar. Tomé e sua experiência com o Cristo ressurreto reforçam o mito da dúvida como pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Acontece que, ao menos na perspectiva cristã, fé e questionamento não pertencem a polos que se repelem. Fé tem mais a ver com confiança do que com certeza.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E na confiança há espaço para perguntas, quer elas confirmem ou não as nossas convicções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Na verdade, não há convicção que não tenha sido gerada pela dúvida. Como uma tese decorre de algumas hipóteses, o que se tem como certo é fruto do que, antes, se tinha como provável. E no exercício da fé, há espaço para ambas: a probabilidade e a convicção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Fé é um dom que oscila entre a dúvida e a certeza, e que se sustenta não em um pólo ou em outro, mas em suas raízes fincadas na confiança. Não se trata de saber todas as coisas, mas de saber que alguém sabe. Não se trata de não perguntar, mas de descansar no caráter de quem – respondendo ou não – conhece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Nesse mundo onde só Deus é dono da certeza, só se dá o direito de exercitar a fé quem se permite oscilar entre questionamentos e convicções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2569553391500034633?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2569553391500034633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2569553391500034633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2569553391500034633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2569553391500034633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/11/entre-duvida-e-certeza.html' title='Entre a dúvida e a certeza'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4942266607739729766</id><published>2011-10-13T12:52:00.003-03:00</published><updated>2011-10-13T13:27:47.885-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>E se o inferno não existisse?</title><content type='html'>&lt;div align="justify" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Essa é uma pergunta que, vez por outra, assalta minha consciência. Ela me faz pensar na base que sustenta minha relação com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Às vezes, porque freqüentamos igrejas, temos exemplares da Bíblia, somos voluntários no trabalho de uma comunidade local e nos agradamos dos ambientes cristãos, corremos o risco de viver uma espiritualidade pautada na rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro risco, entretanto, que precisa ser alvo de nosso cuidado é o de pautarmos nossa relação com Deus no medo. Algumas décadas atrás, gerações de cristãos foram formadas com a idéia de que Deus era um ser austero, punidor, pronto para flagrar nossos erros e nos castigar com a condenação eterna. O julgamento vindouro, a ira divina, bem como sua justiça são realidades irrefutáveis, de acordo com a Bíblia. Contudo, o medo do inferno tem feito com que muitas pessoas estabeleçam uma "relação" com o Criador tão somente por não desejarem passar a eternidade em um lugar de dor e sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta, portanto, que nos cabe é a seguinte: Se o inferno não existisse, ainda assim amaríamos nosso Deus. Se o inferno não existisse, ainda assim buscaríamos viver em santidade? Teríamos prazer em guardar os mandamentos divinos, caso a condenação fosse apenas uma estória? Evitaríamos o pecado? Sufocaríamos a carne?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As respostas a tais perguntas têm muito a dizer sobre nossa espiritualidade. Assim como nenhuma relação construída entre os homens é saudável, caso se estabeleça com base no medo, nenhuma relação com o Filho do Homem pode ser benéfica, caso a mesma seja sustentada pelo temor do inferno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;Quem sustenta sua fé no pavor pelas trevas precisa descobrir a mais perfeita base para se construir uma relação com o Criador: a infindável beleza do seu caráter.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Alguém, certa vez, afirmou: “Deus, ainda que o inferno fosse uma farsa, e a condenação eterna igualmente irreal; mesmo assim dedicaria todos os dias de minha vida ao Senhor”. Esse é o nosso desafio; construir com o Senhor da história uma relação pautada em nenhuma outra coisa, senão no prazer e na alegria de viver fazendo valer sua vontade, como resposta ao imenso amor demonstrado no calvário!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4942266607739729766?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4942266607739729766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4942266607739729766&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4942266607739729766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4942266607739729766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/10/e-se-o-inferno-nao-existisse.html' title='E se o inferno não existisse?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6295633693984101351</id><published>2011-10-05T10:53:00.002-03:00</published><updated>2011-10-05T10:53:56.098-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Teologia "Cara a Cara"</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:DocumentProperties&gt;   &lt;o:Revision&gt;0&lt;/o:Revision&gt;   &lt;o:TotalTime&gt;0&lt;/o:TotalTime&gt;   &lt;o:Pages&gt;1&lt;/o:Pages&gt;   &lt;o:Words&gt;302&lt;/o:Words&gt;   &lt;o:Characters&gt;1726&lt;/o:Characters&gt;   &lt;o:Company&gt;Home&lt;/o:Company&gt;   &lt;o:Lines&gt;14&lt;/o:Lines&gt;   &lt;o:Paragraphs&gt;4&lt;/o:Paragraphs&gt;   &lt;o:CharactersWithSpaces&gt;2024&lt;/o:CharactersWithSpaces&gt;   &lt;o:Version&gt;14.0&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;EN-US&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;JA&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="276"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Table Normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Cambria; mso-ascii-font-family:Cambria; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Cambria; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-fareast-language:JA;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cara a cara&lt;/i&gt;” foi um dos muitos jogos que marcaram minha geração. Tratava-se de um duelo entre dois participantes - cada qual com um tabuleiro igual ao do outro, repleto de fotos de rostos de personagens – que tinham como objetivo descobrir qual o personagem que o outro tinha na mão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Era uma simples e divertida investigação, marcada tão somente pela&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;afirmação ou negação das perguntas que eram feitas. Via de regra, a negação era o caminho mais fácil para descobrir a carta do adversário. A tentativa de descobrir quem o outro era se dava pelo desejo de saber quais características ele não tinha. No final, o sujeito era o que sobrava do que ele dizia não ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;“&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cara a cara&lt;/i&gt;” parece ser – tenho a impressão - o jogo teológico do momento. Porque é cada vez mais comum se definir teologicamente pelo que não se é. “Não sou da confissão positiva”, dizem uns. “Não sou da predestinação”, alegam outros. “Não sou da teologia relacional”, afirmam terceiros. E de eliminação em eliminação, se descobre que se é o que restou de não ser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Sei da importância da negação na afirmação. Ela estabelece limites na compreensão de idéias, sistemas e pensamentos. Tenho de confessar, contudo, que não entendo quem escolhe esse viés como principal meio de auto-definição. Será que o que você não é tem mais significado do que o que você é? E o que você exclui lhe representa mais do que o que você agrega?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Definitivamente, não entendo! De “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cara a cara&lt;/i&gt;”, fico só com o jogo. Porque o que você pensa é parte do que você é na vida real. E se o que você é se resume a&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;não ser o que você não é, é porque falta refletir sobre o que realmente lhe define.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Prefiro a afirmação como principal ferramenta de auto-definição. Entendo que o que sou diz mais a meu respeito do que o que não sou. Escrevo com o que me afirma, deixando a negação apenas para pontuar meu discurso – quando necessário. Não pretendo abaixar todas as peças do tabuleiro teológico que não me identificam para descobrirem que sou o que sobrou. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Na teologia, não jogo “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cara a cara&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6295633693984101351?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6295633693984101351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6295633693984101351&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6295633693984101351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6295633693984101351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/10/teologia-cara-cara.html' title='Teologia &quot;Cara a Cara&quot;'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4849423061763500981</id><published>2011-10-04T15:31:00.003-03:00</published><updated>2011-10-04T17:13:50.595-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Ao redor da mesa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era mais um encontro ao redor da mesa. Nos últimos três anos ao seu lado, eu havia aprendido que estes eram os encontros mais especiais. Pareciam os mais despretensiosos. Talvez por isso fossem também os mais surpreendentes. E, de todos, foi o que mais me marcou. Parecia que ele sabia que seria o último; pelo menos o último desta fase.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo era diferente, ainda que igual. A mesa era a mesma. Especial, não apenas por ter sido feita pelo Seu José, mas porque em volta dela travei as conversas mais significativas da minha história. E como ele sabia contar histórias! Mais do que isso, sabia contar a minha história. Fazia isso como nem mesmo eu sabia fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossos olhares, ao redor da mesa, costumavam oscilar entre a comida posta e os olhos de quem falava. Era sempre assim. Ele havia nos ensinado o valor do contato visual. Pelos nossos olhos, lia nossa alma - o que sempre nos calava e deixava intrigados. Mas dessa vez ele fez diferente. Olhava a comida, os olhos de quem falava e nossos pés.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De repente, de onde estava se levantou. Deixando de lado seus talheres, pegou uma toalha, uma bacia e o avental. Eu imaginava o que ele estava prestes a fazer, mas não queria acreditar no que meus olhos viam. Ele era o convidado de honra, e meus empregados estavam em casa. Mais de um! E justamente naquela hora? Como judeu, ele sabia o valor da refeição em nossa tradição. Mas não deu tempo. Quando dei por mim, ele já estava ajoelhado, limpando nossos pés.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até mesmo o mais arredio de nós, depois de uma insistência para não participar daquela 'loucura', se rendeu ao gesto. O silêncio gritava. E do rosto de cada um que teve seus pés lavados escorriam lágrimas. Era só o que seu ouvia. Parecia que ele nos lavava a alma e o espírito. E eu acho que foi isso que aconteceu.&amp;nbsp;Pelo menos comigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É que eu não contei como eu cheguei ali naquela noite. A caminho de casa, orgulhava-me por participar de mais um encontro, ao redor da mesa, com aquele que sabia ser o rei. Isso, em minha mente, fazia de mim um nobre. E desse pecado eu fui liberto enquanto, ajoelhado no empoeirado chão, meu rei tirava não apenas a sujeira dos meus pés, mas me lavava o coração, mostrando que nobres são os que oscilam o olhar entre a pureza da mesa e a imundícia do chão - ambos retratos do meu ambíguo ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4849423061763500981?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4849423061763500981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4849423061763500981&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4849423061763500981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4849423061763500981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/10/ao-redor-da-mesa.html' title='Ao redor da mesa'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-177529492079878338</id><published>2011-09-19T23:32:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T23:32:01.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>A Especial Graça Comum</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escola clássica da Teologia Reformada divide, didaticamente, a doutrina da graça em duas categorias distintas em propósito e abrangência: comum e especial. Por graça comum, entende-se a manifestação do favor divino a todos os filhos de Adão e filhas de Eva, independente das escolhas que fazem na vida e do tipo de relação que cultivam com o Criador. É o favor que sustenta a criação. A graça especial, por sua vez, é compreendida como a manifestação do favor divino aos filhos de Adão e Eva que têm - sem que nada tenham feito para tal - &amp;nbsp;os seus olhos descortinados e passam a contemplar o amor salvífico do Criador. É o favor que redime a criação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ser a segunda mais completa do que a primeira, esta corre o risco de ficar - em nossas análises - como um prêmio de consolação aos que não chegaram ao conhecimento da Verdade que liberta. Não podem reclamar, porque pela graça foram ao menos agraciados com o avanço da ciência, a preservação da vida, a beleza da natureza e outras demonstrações de favor da parte de Deus - pensam alguns.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que a graça comum está longe de ser prêmio de consolação para quem não vive em aliança com o Cristo ressurreto. Ela está entre os grandes gestos de amor da Trindade pela humanidade. Fosse ela um discurso do Deus Trino, a classificaria como uma parábola. Nem todos a entendem, mas seu recado está ali. São as impressões digitais do Criador deixadas como pistas que conduzem à expressão máxima do seu abnegado amor pelos homens: a cruz do Calvário. Acredite. É super especial essa graça comum!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-177529492079878338?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/177529492079878338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=177529492079878338&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/177529492079878338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/177529492079878338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/09/especial-graca-comum.html' title='A Especial Graça Comum'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6459758723903311081</id><published>2011-09-13T11:46:00.001-03:00</published><updated>2011-09-13T11:47:44.890-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Sobre a Verdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A busca pela verdade tem como ponto de partida a inexorável constatação da realidade da mentira. Verdade é um dos conceitos que só fazem sentido quando contrapostos a algo. Como &lt;i&gt;luz e trevas&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;frio e calor&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;verdade e mentira&lt;/i&gt;&amp;nbsp;são referenciais necessários na compreensão de um ou do outro. Busca-se o real porque, de alguma forma e em alguma medida, se tem a impressão de que se vive o ilusório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal impressão, vale frisar, é tão antiga quanto a história da humanidade. Não é por nada que, desde sempre, homens se engajam na busca da verdade, a fim de revestirem sua trajetória com significado e relevância. Tentam encontrar conceitos que, sob o crivo da lógica, coerência e aplicabilidade, sejam igualmente sustentáveis e fonte de sustento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda verdade, uma vez encontrada, é sacralizada. O anseio por sua compreensão é tamanho que, em descobrindo-a, os homens cultivam por ela reverência e adoração maiores do que por qualquer outra realidade. E é exatamente neste ponto, à luz das Escrituras, que sua busca pode ser um risco para quem a almeja alcançar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A despeito da quase automática percepção da verdade como conceito, a fé cristã se distancia de outras cosmovisões neste aspecto. Sua tese sobre a verdade é a de que ela é uma pessoa, antes de ser um elemento teórico. Não se trata, portanto, de algo construído, mas de alguém revelado. Deixa de ser um objeto a ser compreendido, tornando-se um ser que compreende. Dela derivam conceitos, mas ele mesma é maior do que eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso não significa que - por ser a verdade uma pessoa - os conceitos devam ser rechaçados. São ainda importantes, visto sistematizarem nossa compreensão de quem ela é. Contudo, não devem ser sacralizados e reverenciados com a facilidade com a qual se costuma fazer. Porque por mais que revelem minha interpretação da verdade, não são necessariamente a verdade em si. A verdade enquanto conceito nada mais é do que minha compreensão da verdade enquanto pessoa - a partir do que construo e da forma pela qual, tendo sido revelada, a percebo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A jornada deve continuar. Enquanto ilusão e mentira estiverem instauradas entre os homens, realidade e verdade devem ser aneladas. Debaixo do entendimento, entretanto, de que verdade e compreensão da verdade se distinguem entre si. Abraçando o que se entende ser verdadeiro, mas como consequência de ter sido abraçado pela verdade. Reverenciando a compreensão, mas sacralizando quem - de fato - compreende. Em busca da verdade, mas sabendo que, no fim, quem nos busca é ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6459758723903311081?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6459758723903311081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6459758723903311081&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6459758723903311081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6459758723903311081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/09/sobre-verdade.html' title='Sobre a Verdade'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5005723881067140960</id><published>2011-08-27T12:58:00.000-03:00</published><updated>2011-08-27T12:58:42.892-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre o cuidado de Deus</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Há fotos para as quais qualquer legenda corre o risco de estragar a mensagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-p622iEQRPa8/TlkT03tBFHI/AAAAAAAAAWs/GwSDbK4zPNE/s1600/Pa%25CC%2581ssaro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-p622iEQRPa8/TlkT03tBFHI/AAAAAAAAAWs/GwSDbK4zPNE/s320/Pa%25CC%2581ssaro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5005723881067140960?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5005723881067140960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5005723881067140960&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5005723881067140960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5005723881067140960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/08/sobre-o-cuidado-de-deus.html' title='Sobre o cuidado de Deus'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-p622iEQRPa8/TlkT03tBFHI/AAAAAAAAAWs/GwSDbK4zPNE/s72-c/Pa%25CC%2581ssaro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5826051939402283884</id><published>2011-08-25T10:29:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T10:33:04.104-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Como Evitar Desequilíbrios Religiosos (por Arthur W. Pink)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Vigilância, oração, autodisciplina e aquiescência inteligente aos propósitos de Deus são indispensáveis para qualquer progresso real na santidade. Existem certas áreas de nossas vidas em que os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro, a um erro tão grande que leva à própria deformação espiritual. Por exemplo:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;1. Quando, em nossa determinação de nos tornarmos ousados, nos tornamos atrevidos.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Coragem e mansidão são qualidades compatíveis; ambas eram encontradas em perfeitas proporções em Cristo, e ambas brilharam esplendidamente na confrontação com os seus adversários. Pedro, diante do sinédrio, e Paulo, diante do rei Ágripa, demonstraram ambas essas qualidades, ainda que noutra ocasião, quando a ousadia de Paulo temporariamente perdeu o seu amor e se tornou carnal, ele houvesse dito ao sumo sacerdote: "Deus há de ferir-te, parede branqueada". No entanto, deve-se dar um crédito ao apóstolo, quando, ao perceber o que havia feito, desculpou-se imediatamente (At 23.1-5).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;2. Quando, em nosso desejo de sermos francos, tornamo-nos rudes.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Candura sem aspereza sempre se encontrou no homem Cristo Jesus. O crente que se vangloria de sempre chamar de ferro o que é de ferro, acabará chamando tudo pelo nome de ferro. Até o fogoso Pedro aprendeu que o amor não deixa escapar da boca tudo quanto sabe (1 Pe 4.8).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;3. Quando, em nossos esforços para sermos vigilantes, ficamos a suspeitar de todos.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Posto que há muitos adversários, somos tentados a ver inimigos onde nenhum deles existe. Por causa do conflito com o erro, tendemos a desenvolver um espírito de hostilidade para com todos quantos discordam de nós em qualquer coisa. Satanás pouco se importa se seguimos uma doutrina falsa ou se meramente nos tornamos amargos. Pois em ambos os casos ele sai vencedor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;4. Quando tentamos ser sérios e nos tornamos sombrios.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Os santos sempre foram pessoas sérias, mas a melancolia é um defeito de caráter e jamais deveria ser mesclada com a piedade. A melancolia religiosa pode indicar a presença de incredulidade ou pecado, e, se deixarmos que tal melancolia prossiga por muito tempo, pode conduzir a graves perturbações mentais. A alegria é a grande terapia da mente. "Alegrai-vos sempre no Senhor" ( Fp 4.4).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;5. Quando tencionamos ser conscienciosos e nos tornamos escrupulosos em demasia.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Se o diabo não puder destruir a consciência, seus esforços se concentrarão na tentativa de enfermá-la. Conheço crentes que vivem em um estado de angústia permanente, temendo que venham a desagradar a Deus. Seu mundo de atos permitidos se torna mais e mais estreito, até que finalmente temem atirar-se nas atividades comuns da vida. E ainda acreditam que essa auto-tortura é uma prova de piedade&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 17px;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5826051939402283884?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5826051939402283884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5826051939402283884&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5826051939402283884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5826051939402283884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/08/como-evitar-desequilibrios-religiosos.html' title='Como Evitar Desequilíbrios Religiosos (por Arthur W. Pink)'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5290010516496683369</id><published>2011-08-23T23:12:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T23:12:01.731-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>A Trindade e o Casamento</title><content type='html'>       &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:DocumentProperties&gt;   &lt;o:Revision&gt;0&lt;/o:Revision&gt;   &lt;o:TotalTime&gt;0&lt;/o:TotalTime&gt;   &lt;o:Pages&gt;1&lt;/o:Pages&gt;   &lt;o:Words&gt;691&lt;/o:Words&gt;   &lt;o:Characters&gt;3940&lt;/o:Characters&gt;   &lt;o:Company&gt;Home&lt;/o:Company&gt;   &lt;o:Lines&gt;32&lt;/o:Lines&gt;   &lt;o:Paragraphs&gt;9&lt;/o:Paragraphs&gt;   &lt;o:CharactersWithSpaces&gt;4622&lt;/o:CharactersWithSpaces&gt;   &lt;o:Version&gt;14.0&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;EN-US&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;JA&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="276"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Table Normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-priority:99;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:Cambria;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Não são poucas as pessoas que enxergam o casamento como uma instituição falida. As estatísticas, de fato, apontam não apenas para um descrédito confessional em relação ao matrimônio. Os índices de divórcio falam por si, bem como o significativo aumento do número de pessoas que optam por não abraçar a conjugalidade como estilo de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Dados de 2008, por exemplo, indicavam um crescimento de 200% na taxa de divórcio em 23 anos no Brasil. Hoje, casamentos em nossa nação duram – em média – 10 anos. Entre os casamentos que acontecem, não poucos dos que optam pela separação total de bens justificam sua escolha dizendo: “fica mais fácil dividir tudo na separação”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Algumas dificuldades universais no estabelecimento ou permanência de um casamento – dentre as muitas existentes - são, aqui, dignas de destaque: (1) Cônjuges que não aceitam a identidade do outro; (2) cônjuges que incorporam e se perdem na identidade do outro; (3) casais que constroem uma identidade para si, mas que relegam as identidades pessoais de cada um dos cônjuge.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Em dias de promoção do individualismo – sempre com exacerbadas características narcísicas – é bastante comum encontrar pessoas que não se dispõem a levar uma relação a dois adiante por não aceitarem a identidade do cônjuge. O amor que nutrem pelo outro parece não fortalecer o senso de compreensão de diferenças - que não são apenas dignas de tolerância, mas fundamentalmente saudáveis (estando elas dentro de um padrão de normalidade, obviamente) para a construção da relação conjugal. O peso da aceitação é maior do que a dor da perda da pessoa que se ama ou supõe amar. E a escolha por si se sobrepõe à escolha pelo outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Por outro lado, há quem mergulhe nessa relação de tal forma, acabando por incorporar completamente a identidade do outro, perdendo-se nela. São pessoas que entendem que a demonstração de amor pelo outro está em se anular completamente, vivendo a partir das expectativas de seus pares. Encontram o outro; mas se perdem. Deixam de viver sua própria vida – e geralmente só se dão conta disso quando a relação – por qualquer que seja a razão – chega ao fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Há, ainda, quem construa com seu cônjuge uma identidade como casal, mas que relega ao esquecimento particularidades da subjetividade de cada um – como se elas fossem uma ameaça à nova identidade construída. São pessoas que dificilmente percebem que seu papel como casal não precisa anular o papel que cada um representa como indivíduo. Há reajustes nestes papéis, evidentemente. Mas não abandono, obviamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Frente a este dilema, e com todo interesse na saúde conjugal - a fé cristã se estabelece como uma grande facilitadora na preservação e manutenção do casamento. Isto, não apenas porque Moisés apresenta o Criador como instituidor do matrimônio (Gn 2.18-25). Tampouco, se deve apenas ao fato de Jesus e Paulo terem ratificado o que Moisés já havia falado ao povo de Israel (Mt 19.3-12; 1 Co 7). Tais argumentos, é verdade, por si só são suficientes para comprovar o interesse da fé cristã na unidade conjugal. Todavia, há algo mais que fortalece a santa união de um homem e uma mulher: a misteriosa natureza da Trindade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Um mistério inefável, de cuja natureza pouco podemos compreender, a Trindade se apresenta como o maior dos modelos para construção de um casamento saudável. Apesar de pouco olharmos para a triunidade divina com esse objetivo, vale destacar que, sob a ótica bíblica, a relação conjugal é a que mais próxima está da relação trinitária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Na santíssima trindade, existem três pessoas que respeitam a identidade das demais. Pai, Filho e Espírito Santo reconhecem suas diferenças na economia trinitária como sendo saudáveis. Não poucas vezes nas Escrituras Jesus falou do Pai e do Santo Espírito, atribuindo a eles características que não atribuiu a si. De igual forma, o reconhecimento de cada uma das pessoas da Trindade quanto à identidade das demais não faz com que elas a desejem, perdendo-se nessa relação. Pai, Filho e Espírito se amam, mas nunca quiseram ser o outro. Ainda, sendo eles um único ser, não deixam de ter e valorizar, cada um, a sua própria identidade. A identidade coletiva não sublima a individual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O Deus Trino é, ele mesmo, a maior inspiração para a confiança na possibilidade de construção de um casamento saudável. É possível ser diferente do outro, sendo um com o outro. É possível ser um com o outro, sem se perder no outro. É possível fazer surgir um novo “um+outro”, sem que um e outro deixem de existir enquanto tais. Basta lembrar da Trindade – onde se vêem três enxergando um, e onde se vê um enxergando três.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5290010516496683369?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5290010516496683369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5290010516496683369&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5290010516496683369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5290010516496683369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/08/trindade-e-o-casamento.html' title='A Trindade e o Casamento'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8286190067628498914</id><published>2011-07-28T00:02:00.002-03:00</published><updated>2011-07-28T00:03:12.022-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre John Stott (1921 - 2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Sem nunca tê-lo conhecido pessoalmente, tenho a sensação de que perdi um mestre. John Stott me acompanha desde o começo de minha jornada teológica. Foi-me apresentado como uma voz lúcida que não fazia coro com o discurso liberal, sem tampouco buscar abrigo no fundamentalismo protestante. Como acadêmico, não tinha vergonha da piedade. Como pastor, zelava pelo intelecto.&amp;nbsp;Deixou um legado que poucos foram capazes de deixar. Viveu 90 anos, e escreveu por séculos. Pregou de uma cidade, mas se fez compreender pelos quatro cantos do mundo. Foi, mas ficou. Não sei se planejou assim, mas soube se eternizar. Minha tristeza por sua morte não esconde a alegria por sua vida, como minha alegria por sua vida não esconde minha tristeza por sua morte. Louvo a Deus por este irmão na fé, esperando por um bom bate-papo, regado a chá inglês, quando na ressurreição dos santos&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: x-small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8286190067628498914?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8286190067628498914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8286190067628498914&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8286190067628498914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8286190067628498914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/07/sobre-john-stott-1921-2011.html' title='Sobre John Stott (1921 - 2011)'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6846470443469303729</id><published>2011-07-20T13:51:00.002-03:00</published><updated>2011-07-21T09:21:23.253-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Aos meus amigos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poucas séries de televisão refletiram os relacionamentos da vida real com tanta propriedade como a mundialmente conhecida &lt;i&gt;Friends&lt;/i&gt;. Montada em um cenário simples, &lt;i&gt;Friends&lt;/i&gt; ganhou o mundo por traduzir a complexa, porém apaixonante, realidade dos relacionamentos fraternais. Seis amigos que se amam - ainda que às vezes se odeiem, que vivem juntos - ainda que às vezes queiram distância, e que se ajudam - ainda que às vezes se atrapalhem - fazem seus espectadores se darem conta de que poucas coisas na vida valem tanto quanto uma boa amizade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Friends&lt;/i&gt; me ganhou em 1994, ano de sua estréia, e desde então tem lugar cativo na TV de minha casa. Mas me ganhou porque eu já tinha amigos que me fizeram compreender e concordar com cada uma daquelas histórias. Me ganhou porque me fez personalizar cada um daqueles personagens com os amigos que eu já tinha. Me ganhou porque o valor das boas amizades já tinha me ganhado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que assisto &lt;i&gt;Friends&lt;/i&gt; me lembro dos bons amigos que tenho. Agradeço a Deus por ter nos feito como ele: relacionais. E procuro fazer de qualquer lugar o meu &lt;i&gt;Central Perk -&amp;nbsp;&lt;/i&gt;lugar onde as coisas mais despretensiosas e mais legais da vida acontecem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6846470443469303729?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6846470443469303729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6846470443469303729&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6846470443469303729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6846470443469303729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/07/aos-meus-amigos.html' title='Aos meus amigos'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8307281979455180587</id><published>2011-07-12T12:14:00.001-03:00</published><updated>2011-07-12T12:15:44.475-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Fé na mente e razão no coração</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrevendo à igreja da capital do Império Romano, Paulo - o apóstolo - a fez lembrar da importância de cultuar a Deus de forma racional. Tratava-se de um convite ao uso da lógica na adoração a um ser que se permite conhecer, ainda que, por uma impossibilidade óbvia, jamais exaustivamente: o finito nunca conterá o infinito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como os extremos são mais fáceis de serem trilhados, é notória a existência de duas tendências no exercício do culto a Deus: a do racionalismo e a do sentimentalismo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira ganhou força, no Cristianismo Protestante, com o advento do Iluminismo. Como a religião passou a ser investigada a partir de pressupostos filosóficos iluministas, a fé passou a ser vivida dentro dos limites da razão. Kant foi a base teórica propulsora dessa realocação do divino na vida da sociedade. Desde então, há quem pense Deus exatamente nestes termos, tomando a razão como critério máximo de veracidade e credibilidade na experiência com o sagrado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segunda tendência, ainda que mais antiga do que a primeira, tem ganhado cada vez mais força em tempos pós-modernos. Se a máxima da modernidade foi o racionalizar, a da presente era é o sentimentalizar. Nada faz tanto sentido para essa geração quanto aquilo que se sente - ainda que não tenha o menor sentido. O prazer da experiência suprime todas as demais coisas, inclusive os possíveis limites da razão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E como viver logicamente, sem cair nos extremos do racionalismo e do sentimentalismo? Como raciocinar sem racionalizar em excesso, ou experimentar sem sentimentalizar em demasia? É fato que um culto racional exige uma fé reflexiva, e que qualquer experiência significativa exige sensibilidade aos sentimentos nela evocados. Ainda assim, o engodo dos extremos é facilmente encontrado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece-me que há uma possibilidade quando a equação fé na mente e razão no coração entra em ação. Sim. Fé na mente e razão no coração, e não o contrário. Porque crer também é pensar, e raciocinar também é sentir. Porque não há de haver frieza na mente ou irracionalidade no coração. Porque os dois, na verdade, são partes complementares de um só.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A integralidade da vida é a chave para se evitar os extremos. Uma visão polarizada destes elementos nos levará a um lado ou ao outro. Encará-los como parte integrantes de um único sistema nos possibilita fazer com um algo que achamos ser função exclusiva do outro. Quem se permite pensar com o coração e acreditar com a mente ganha mais do que quem só pensa com a mente ou só acredita com o coração. É verdade. Meu coração me falou. E minha mente acreditou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8307281979455180587?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8307281979455180587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8307281979455180587&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8307281979455180587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8307281979455180587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/07/fe-na-mente-e-razao-no-coracao.html' title='Fé na mente e razão no coração'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7764436791763460803</id><published>2011-06-18T19:38:00.000-03:00</published><updated>2011-06-18T19:38:04.231-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Sobre Love Wins</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de ler Love Wins, último livro do popular pastor norte americano Rob Bell, fundador da Mars Hill Bible Church, em Grandville - Michigan. A obra foi mais falada antes de ir para as gráficas do que depois de seu lançamento. Seu vídeo de divulgação (veja &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ODUvw2McL8g"&gt;aqui&lt;/a&gt;) levou pastores a reagirem negativa e precipitadamente em algumas redes sociais, gerando uma grande polêmica sobre a [não]ortodoxia do autor, potencializando o número de vendas e levando Rob Bell para as principais revistas e emissoras de TV dos EUA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Love Wins, como seu sub-título anuncia, fala sobre céu, inferno e o destino de todas as pessoas que já passaram pela terra. Com uma proposta de trazer de volta à mesa a discussão sobre estes que são assuntos centrais para a fé cristã, Bell fez ver que - para muitos - alguns temas são dogmaticamente intocáveis. [Re]Pensá-los é romper com a ortodoxia (qual?), assumir-se herege e ser digno de fogueira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro começa com diversas perguntas. Usando a analogia de Francis Schaeffer, é possível dizer que Bell se propõe a destelhar a casa de seus leitores para mostrar algumas possibilidades além daquilo que, por diversas razões, eles julgam ser verdade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começam, então, as lucubrações concernentes aos dois grandes temas do livro. O ponto de partida de Bell é a necessidade de se enxergar estas duas realidades como algo mais do que lugares físicos inaugurados em um futuro escatológico. Com razão, o autor argumenta que - geralmente - quem se preocupa muito com um céu ou inferno por vir se esquece da atual presença deles entre nós.&amp;nbsp;Em reação a essa tendência natural de se enxergar estas realidades sob uma ótima excessivamente futura e transcendente, o autor se empenha em mostrar quão presente e imanentes céu e inferno são.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É nítida a influência do teólogo britânico N T Wright sobre Rob Bell em sua aproximação dos textos sagrados - em especial neotestamentários. Segundo Bell, alguns termos bíblicos precisam ser revistos, já que constumam ser interpretados mais a partir de pressupostos teológicos e filosóficos do que exegéticos. &amp;nbsp;Céu e inferno estão entre eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o tão sugerido universalismo de Rob Bell, o livro pouco fala. Mostrando que a compreensão da salvação de todos os homens é uma tese sustentada por cristãos desde os primeiros séculos desta era, o autor se limita a dizer que não cabe ao homem dizer quem vai para este inferno futuramente inaugurado. É mais importante, ele sugere, cuidar de quem está vivendo o inferno estabelecido no presente, uma vez que o que Deus tem para os homens não é algo a começar, mas que já está entre nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Honestamente, gostei do livro e pouco pensei no suposto universalismo do autor. Gosto de quem se propõe a pensar e não me vejo no direito de dizer quem está dentro e quem está fora. Ortodoxia orgulhosa, a mim, escandaliza mais do que heterodoxia generosa. Não foi o livro do ano, mas me fez refletir sobre muito do que foi escrito e gerado a partir de sua existência. No final, ele tem razão: o amor vence - dê a você isso o direito de pensar o que quiser a respeito de quem escreveu e de quem, concordando ou discordando, leu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7764436791763460803?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7764436791763460803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7764436791763460803&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7764436791763460803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7764436791763460803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/06/sobre-love-wins.html' title='Sobre Love Wins'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1672019871074720753</id><published>2011-05-29T17:21:00.000-03:00</published><updated>2011-05-29T17:21:27.715-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Minha passagem pela Hillsong</title><content type='html'>Hoje de manhã fui visitar uma das sedes da mundialmente famosa Hillsong Church. Foi 1998 o ano que conheci essa mega igreja australiana. E como quase toda mega igreja, seu explosivo crescimento atrai olhares curiosos - de críticos e admiradores - dos quatro cantos do mundo.&lt;br /&gt;Hillsong é uma das igrejas que ficaram conhecidas não tanto por seus principais pastores, &amp;nbsp;quanto por seus ministros de música. Seus CD's, vendidos em todos os continentes, passaram a ditar o tom das músicas congregacionais cantadas nas celebrações de igrejas das mais diferentes tradições. O pop rock gospel, com letras que falam de consagração a Jesus e celebração da nova vida, pode ser reconhecido por quase todo jovem cristão.&lt;br /&gt;Sim. Hillsong é uma igreja majoritariamente jovem.&lt;br /&gt;A de Paris funciona no tradicional bairro de Montparnasse, em um teatro alugado apenas aos domingos, e até às 15h. Um relógio virado para o palco diz exatamente quanto tempo resta para cada momento do culto acabar, cronometrando toda a celebração. Tudo é feito com muita organização. Desde a entrada, passando pela equipe que trabalha na recepção, segurança e logística interna, não há um voluntário que não trabalhe sorrindo. O mesmo com os pastores e membros da banda. Eles parecem levar a sério a idéia de culto como celebração.&lt;br /&gt;E não são apenas eles. Hoje os membros esperavam o culto começar batendo palmas e fazendo festa - cantando algumas canções. Luzes e imagens projetadas em um imenso telão no palco pareciam indicar o início da celebração. Foi quando entraram os músicos, pulando, dançando e já cantando a primeira canção. Foi assim por quase uma hora de música. Até que nos assentamos para a pregação.&lt;br /&gt;Foram menos de 30 minutos de pregação. Nada muito profundo - mas também nada que comprometesse (a verdade é que minha expectativa em relação à pregação hoje é tão baixa que, em não comprometendo, eu já fico satsfeito). As verdades básicas do Cristianismo forma expostas como aprendemos em escola dominical e, em seguida, um apelo foi feito, com mãos se estendendo em rendição à Jesus. Tudo terminou com mais uma canção, que despedia o povo celebrando a liberdade em Cristo.&lt;br /&gt;Minha passagem pela Hillsong me fez fortalecer algumas opiniões e desconstruir outros mitos: (1) Eles entenderam como se comunicar com os jovens dos grandes centros urbanos no século XXI; (2) é possível trabalhar com voluntariado e excelência - algo que às vezes me parece utópico; (3) Mega igrejas também tem seus momentos "falha nossa" - como quando a música não vai pro projetor, o backing vocal parece ter saído do tom, etc; (4) e informalidade não é sinônimo de irreverência.&lt;br /&gt;Posso estar completamente enganado. Foi apenas o que percebi em minha passagem pela Hillsong.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1672019871074720753?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1672019871074720753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1672019871074720753&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1672019871074720753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1672019871074720753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/05/minha-passagem-pela-hillsong.html' title='Minha passagem pela Hillsong'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7423440311146032832</id><published>2011-05-09T23:36:00.001-03:00</published><updated>2011-05-09T23:38:30.740-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Osama e a celebração da morte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última semana o mundo parou para ouvir sobre a morte de Bin Laden. Não esperava que muitos chorassem por ele. O que este terrorista fez e representou durante pelo menos uma década para o Ocidente é imensurável. A dor dos seus cruéis atos era multiplicada vezes sem conta com as frias e desumanas justificativas apresentadas por ele mesmo nos vídeos com os quais assumia publicamente a responsabilidade pelo que fazia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ação foi desastrosa em todos os sentidos. Não que Bin Laden não devesse estar preso. Mas que todo o processo rompeu com uma série de questões inegociáveis. Democraticamente, o ato foi uma afronta aos direitos de todo e qualquer ser humano que se renda à prisão. Foi homicídio; em menor escala, mas como os que ele cometeu. Politicamente, um atentado contra a soberania de uma nação invadida. O Primeiro Ministro paquistanês afirmou ter tido conhecimento da ação quinze minutos depois de ela ter acontecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tão trágica quanto a ação foi a celebração do seu desfecho. Discursando por seu novo troféu, o presidente norte americano confundiu vingança com justiça. Incitou o mundo a celebrar a morte daquele que deveria estar preso. Foi mais uma demonstração da banalização da morte. Festas foram celebradas ao redor da Terra como quando se ganha uma Copa do Mundo. Isso, não apenas porque um homem morreu. Mas porque - terrível que ele tenha sido - foi assassinado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há coisas em nossa caminhada sobre as quais jamais deveríamos perder a reverência. Uma delas é a morte. Ela não foi feita para ser jubilada. Nem sempre é preciso pranteá-la, é verdade. Mas celebrá-la é uma afronta à vida. É atestar que, no caso de alguns, nos sentimos aptos para proclamarmos nossa sentença: a interrupção da existência pelo bem da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem à sociedade faremos quando, na luta pela ordem, não fizermos uso dos mesmos elementos utilizados pelos que vivem pra promover a desordem. Quando não escondermos nosso desejo de vingança atrás de um suposto senso de justiça. Quando - como ensinou o Mestre de Nazaré - interrompermos ciclos de violência com gestos de amor. Quando - tal qual afirmou Gandhi - entendermos que "olho por olho e o mundo acabará cego". Quando voltarmos a reverenciar a morte e deixarmos a celebração apenas para a vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7423440311146032832?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7423440311146032832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7423440311146032832&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7423440311146032832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7423440311146032832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/05/osama-e-celebracao-da-morte.html' title='Osama e a celebração da morte'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4533058263699848413</id><published>2011-04-19T14:44:00.000-03:00</published><updated>2011-04-19T14:44:11.976-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Páscoa</title><content type='html'>Alguns heróis morreram de overdose. Não o meu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4533058263699848413?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4533058263699848413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4533058263699848413&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4533058263699848413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4533058263699848413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/04/pascoa.html' title='Páscoa'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7993356121298610395</id><published>2011-04-07T11:00:00.000-03:00</published><updated>2011-04-07T11:00:16.987-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Entre o vento e as raízes</title><content type='html'>O século XX foi marcado por constantes lutas pela liberdade. Povos brigaram por liberdade política e ideológica; mulheres pela liberdade da opressão sexista; jovens pela liberdade sexual e de expressão. De uma forma ou de outra, em todo canto tinha gente querendo ser livre como a brisa que bate no rosto e some sem se despedir ou dizer pra onde vai.&lt;br /&gt;Seria desonesto afirmar que este anseio por liberdade não trouxe benefícios à sociedade. Ela carrega consigo a possibilidade de se vivenciar experiências então enclausuradas pela opressão. Dá a quem quer que seja a sensação de poder fazer o que pede o coração. A liberdade aproxima o sonho da realidade, e dá voz ao que antes em silêncio permanecia pelo medo da censura.&lt;br /&gt;Acontece que esse mesmo anseio por liberdade - tão benéfico sob certos prismas - tem ajudado a construir uma cultura regida pela mentalidade do desapego. E se os benefícios da liberdade nos contextos mencionados foram logo percebidos no século XX, seus efeitos colaterais têm se manifestado neste século XXI.&lt;br /&gt;O desejo de ser como a brisa do vento tem minado a importância de se criar raízes como as árvores. A liberdade trouxe consigo o esvaziamento das relações, o abandono das ideologias, a relativização de qualquer absoluto. Não há mais satisfação que se deva dar a ninguém. Porque nada há que lhe prenda em nenhum lugar. Como acontece com o vento, fazemos da superfície não uma camada a ser perfurada, mas o limite do contato estabelecido com o outro.&lt;br /&gt;Por uma questão de sobrevivência, é preciso encontrar algum lugar entre o vento e as raízes. Entre a volubilidade da superfície e a rigidez do subterrâneo. Um lugar onde liberdade não leve ao desapego e raízes não tenham cara de prisão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7993356121298610395?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7993356121298610395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7993356121298610395&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7993356121298610395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7993356121298610395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/04/entre-o-vento-e-as-raizes.html' title='Entre o vento e as raízes'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-366960375871241038</id><published>2011-03-22T14:06:00.000-03:00</published><updated>2011-03-22T14:06:04.844-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre a Sabedoria</title><content type='html'>Desde a eternidade ela grita a plenos pulmões. Ninguém nasceu antes dela. Foi estabelecida quando a terra não havia surgido. Viu os céus serem preparados, os limites do mar serem fixados, e os traços do horizonte desenhados sobre a face do abismo. Dela o criador nunca abriu mão.&amp;nbsp;E pensando ser ela boa para a vida, compartilhou-a com os homens. Ninguém nunca a viu. Mas qualquer um é capaz de perceber por onde ela passou. Porque seus rastros são inconfundíveis. E sempre apontam para aquele que, sabiamente, a criou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-366960375871241038?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/366960375871241038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=366960375871241038&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/366960375871241038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/366960375871241038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/03/sobre-sabedoria.html' title='Sobre a Sabedoria'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6347179449623035302</id><published>2011-03-08T16:54:00.000-03:00</published><updated>2011-03-08T16:54:59.407-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>O reino de Deus e as mulheres</title><content type='html'>Quando o primeiro homem marginalizou a mulher por tê-lo feito pecar, Deus a recolocou no palco da história, dizendo que dela era a semente que resolveria o problema.&lt;br /&gt;Quando os homens começaram a considerá-las como uma de suas posses, descartando-as por qualquer motivo como objetos jogados na lixeira, Deus mandou que dessem a elas cartas de divórcio, preservando seu valor.&lt;br /&gt;Quando Maria, grávida, correu o risco de ter sua reputação destruída, Deus mandou um anjo dizer a ela e a José que não se preocupassem, porque o que nela fora gerado era do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Quando os mestres só tinham discípulos homens, Jesus permitiu que mulheres aprendessem aos seus pés.&lt;br /&gt;Quando quiseram aplicar o rigor da lei sobre&amp;nbsp;uma que havia sido flagrada em adultério, Jesus a amou.&lt;br /&gt;Quando acusaram de desperdício uma mulher que derramou perfumes nos pés de Jesus, ele a honrou. &lt;br /&gt;Quando foi levado à cruz, mulheres choravam o seu luto.&lt;br /&gt;Quando ressuscitou, com uma delas ele logo falou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda tem gente que diz que não há lugar para as mulheres no reino de Deus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6347179449623035302?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6347179449623035302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6347179449623035302&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6347179449623035302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6347179449623035302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/03/o-reino-de-deus-e-as-mulheres.html' title='O reino de Deus e as mulheres'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5486320923480343440</id><published>2011-02-28T15:26:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T15:26:19.251-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Licença para pecar</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Há períodos do ano que parecem extremamente favoráveis para determinados tipos de práticas: para o bem e para o mal. É notável, por exemplo, o aumento na sensibilidade das pessoas durante o período de natal. A diminuição do nível de stress em tempos de férias e a grande irritabilidade diante de crises na caminhada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Neste período do ano, as estatísticas apontam índices favoráveis à prática do pecado. O carnaval, a mais consagrada festividade brasileira, é conhecido por ser a celebração da carne. Nele, conceitos éticos e morais sustentados pela sociedade no decorrer do ano parecem entrar em recesso. O superego social deixa de funcionar e tudo passa a ser aceito como normal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Em outras palavras, o carnaval foi estabelecido como o período do ano no qual as pessoas recebem uma licença para pecar. No carnaval não há embriaguez; há esquecimento terapêutico dos problemas da vida. Não há traição; há vivência do amor livre e da satisfação do prazer. Em suma: se faz às claras o que acontece às escuras depois do meio-dia da quarta-feira de cinzas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Por isso, vale lembrar que uma das maiores marcas da vida do homem no reino de Deus é sua integralidade. Para quem segue a Cristo, todo tempo deve ser propício para a prática do bem e nenhum tempo deve ser favorável para a prática do mal. O que não se deve fazer às claras não se deve fazer às escuras, e vice-versa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No reino dos céus não há licença para pecar. Todo pecado é, na verdade, uma violação do direito de se honrar a Deus com a vida. Por isso, digno de ser desprezado e rejeitado. Celebrar e festejar a vida é preciso. Contudo, sempre fazendo-a de maneira que Cristo tenha vontade de participar da nossa festa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5486320923480343440?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5486320923480343440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5486320923480343440&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5486320923480343440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5486320923480343440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/02/licenca-para-pecar.html' title='Licença para pecar'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-373807972113519962</id><published>2011-02-15T15:26:00.000-02:00</published><updated>2011-02-15T15:26:02.669-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre a previsibilidade da vida</title><content type='html'>A vida só é previsível para quem a tem em suas mãos. E como, até hoje, ninguém encontrei - entre os homens - que estivesse nessa situação, continuo a acreditar que dela pouco podemos antever. Na verdade, quem - entre os homens - a pôde prever escolheu não fazer. Talvez por saber que a previsibilidade tira um pouco a graça de quem gosta de viver.&lt;br /&gt;Às vezes é bom não saber pra onde o vento vai soprar. Também há na angústia poder para aquietar o coração. E, querendo ou não, a vida segue o rumo traçado por quem a controla. Não eu, mas certamente alguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-373807972113519962?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/373807972113519962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=373807972113519962&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/373807972113519962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/373807972113519962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/02/sobre-previsibilidade-da-vida.html' title='Sobre a previsibilidade da vida'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7918888819862834711</id><published>2011-02-07T23:23:00.000-02:00</published><updated>2011-02-07T23:23:31.061-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre o caráter</title><content type='html'>O caráter está entre as coisas da vida que não se pode comprar. Ainda assim, todos o temos. É verdade! Há quem pareça ser desprovido dessa instância. Mesmo estes carregam o seu.&lt;br /&gt;Complexo de ser definido, o caráter não está entre as coisas mais difíceis de serem percebidas. Palavras e atitudes revelam - ora de forma gritante, ora de maneira suave - os aspectos que o compõem. E contra suas manifestações não há argumentos. Sobretudo as carregadas por impulsos inconscientes. Traiçoeiras, elas escapam do filtro do politicamente correto, revelando rápida e inesperadamente tanto o bem quanto o mal que habitam em nós.&lt;br /&gt;Ninguém sabe onde ele fica. Mas todos sabem que ele existe. Por isso é bom que cada um zele pelo seu, e todos uns pelos dos outros. Porque cedo ou tarde ele resolve falar. E quem arrisca o que ele tem pra dizer?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7918888819862834711?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7918888819862834711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7918888819862834711&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7918888819862834711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7918888819862834711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/02/sobre-o-carater.html' title='Sobre o caráter'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8699089958467417382</id><published>2011-01-26T23:13:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T23:13:06.212-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>A fé dos maduros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda escolha vem acompanhada de riscos. Para cada ação há respostas mil, que se manifestam das mais variadas e inesperadas formas. No caso da fé cristã, um risco que lhe é inerente é o mau uso da liberdade oferecida por Jesus de Nazaré. Tamanho é seu risco, que muitos preferem - a fim de minimizar os males - estabelecer para si e para outros cercos jamais propostos por Jesus para a caminhada de quem se propusesse a segui-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca gostei destes cercos oficiosos em nome da preservação face o erro. Afinal de contas, foi para a liberdade que Cristo nos libertou. De que adianta substituirmos as amarras das trevas pelas amarras da religião? Qual o sentido de ser liberto do que Deus chama de pecado para ser refém do que os homens julgam ser pecado? De novo, foi para a liberdade que Cristo nos libertou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão a ser pensada, portanto, é: de que forma viver a liberdade concedida pelo Nazareno? A maturidade parece ser a resposta bíblica para essa pergunta. Sim. Pois a fé cristã é a fé dos maduros. Não necessariamente dos que a galgaram, mas certamente dos que a têm como um alvo a ser perseguido. E maturidade é não permitir que a liberdade se transforme em libertinagem. É entender que por mais que haja, a princípio, uma gama de possibilidades a serem escolhidas nos mais variados assuntos, essas possibilidades diminuem quando filtradas pelos valores que norteiam nossas escolhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo tinha razão. Não dá para ser cristão e se contentar com maturidade da primeira infância. No reino de Deus, quem não amadurece, retrocede. Ver o tempo passar e não crescer com ele é como nunca ter ajustado o relógio da terra com o relógio dos céus. Há quem nunca entenderá seu discurso; e é compreensível que estes vivam como tais. Estranho é quando os que o compreendem vivem como se nunca tivessem se deparado com ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas cada um sabe o que faz. E maturidade não se compra. Se constrói. Com muitos erros, muitos acertos, muitos retornos e muitos recomeços. Todos eles debaixo da graça, e sempre com os indissociáveis riscos que acompanham a caminhada de quem deseja chegar lá.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8699089958467417382?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8699089958467417382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8699089958467417382&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8699089958467417382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8699089958467417382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/01/fe-dos-maduros.html' title='A fé dos maduros'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8340227864446036433</id><published>2011-01-20T23:48:00.001-02:00</published><updated>2011-01-20T23:48:08.468-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Céu e terra lado a lado</title><content type='html'>Sempre me orgulhei por ter o coração nas coisas transcendentes. As grandes questões teológicas e filosóficas quase sempre ocupavam a minha mente. E quando Jesus chegou à minha cidade eu estava no meio de uma pesquisa sobre a eternidade.&lt;br /&gt;Como faria qualquer intérprete da lei que estivesse em meu lugar, tentei colocar o Nazareno à prova. Perguntei-lhe o que deveria fazer para herdar a vida eterna. Quase ri quando ele me respondeu com outra pergunta. Geralmente faz isso quem não sabe o que dizer. Respondi, então, minha própria pergunta e o vi consentir com a cabeça. Ainda assim, tentei me justificar.&lt;br /&gt;Foi nessa hora que ele começou a contar uma estória. Bastante comovente, por sinal. Afinal de contas, onde estavam aquele sacerdote e aquele levita com a cabeça para passar de largo pelo homem semi-morto caído na estrada para Jericó? Não custava nada parar! Enfim. Pelo menos o terceiro homem que descia a estrada parou. Parou e o ajudou. Ajudou-o, ajudando-me também a entender o que antes disse não saber: quem era o meu próximo.&lt;br /&gt;Depois, em casa, fiquei pensando na genialidade daquele nazareno. Não me refiro ao fato de ele, sendo judeu, ter usado um samaritano para me explicar quem era o meu próximo. Refiro-me à sua sabedoria ao me mostrar que céu e terra caminham lado a lado. Começamos com a transcendência e terminamos com a imanência. Primeiro foi minha pergunta sobre vida eterna. Depois foi a &amp;nbsp;resposta dele sobre solidariedade. Começamos olhando pra cima. Terminamos olhando pro lado. E aprendi que céu e terra estão muito mais próximos do que eu podia imaginar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8340227864446036433?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8340227864446036433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8340227864446036433&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8340227864446036433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8340227864446036433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/01/ceu-e-terra-lado-lado.html' title='Céu e terra lado a lado'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7182581183325954727</id><published>2011-01-13T16:06:00.000-02:00</published><updated>2011-01-13T16:06:30.918-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre a solidariedade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"&gt;Solidariedade não é uma palavra; é um gesto.&amp;nbsp;Sua beleza atenua a feiura da tragédia, mas não elimina o luto. Ser solidário não é enxugar as lágrimas dos que choram; é partilhar de sua dor. A solidariedade não está em compartilhar uma mensagem, mas em aplicá-la à realidade marcada pelo sofrimento. Ser solidário é vivenciar a humanidade em sua melhor forma. É refletir o divino no amor pelo humano. É se importar a ponto de se confundir na distinção entre si e o outro, fazendo por este o que faria por si mesmo. É saber que nenhuma dor é de um homem só, já que a dor de um único homem é apenas um pedaço da dor de toda uma raça.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7182581183325954727?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7182581183325954727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7182581183325954727&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7182581183325954727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7182581183325954727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/01/sobre-solidariedade.html' title='Sobre a solidariedade'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2663368943302414448</id><published>2011-01-11T14:57:00.000-02:00</published><updated>2011-01-11T14:57:50.612-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Idiossincrasias Protestantes</title><content type='html'>Toda confissão religiosa é marcada por desencontros entre seu sistema doutrinário e sua prática popular. Sempre haverá algum lugar no qual a fé do povo não caminhará em consonância com a fé dos seus textos sagrados e confissões. Em nosso país, por exemplo, fala-se da miscigenação prática entre cardecismo, romanismo e religiões afro-brasileiras. Há quem diga que o bom brasileiro confessa a fé romana, lê o evangelho segundo o espiritismo e é protegido por orixás.&lt;br /&gt;É nessa configuração religiosa de sincretismos e contradições que se fortalece a altivez do olhar protestante sobre as demais confissões presentes no cenário brasileiro. Um dos orgulhos dos descendentes da Reforma é a autoridade da Bíblia Sagrada como norma de fé e prática para a vida cristã. Nenhum credo protestante deixa de mencionar a supremacia das Escrituras. E o faz corretamente.&lt;br /&gt;Acontece que as idiossincrasias protestantes também têm suas contradições. Protestantes não crêem na regeneração pelo batismo, mas muitos batizam seus filhos só pra garantir caso algo aconteça.&amp;nbsp;Protestantes defendem a salvação pela graça, mas muitos fazem obras para obterem o favor de Deus. Protestantes sustentam a suficiência de Cristo, mas muitos fazem de outros elementos amuletos que fortalecem sua fé.&lt;br /&gt;Em termos de contradições, somos mestres - a despeito de nossas confissões. Nem sempre o que cremos combina com o que fazemos. Mas&amp;nbsp;isso não deve ser um aval para acentuarmos ainda mais nossas incongruências e potencializarmos os desencontros entre a doutrina e a prática. Antes, deve ser um alerta para que, cultivando uma vida de humildade, nos esforcemos para minimizar os desencontros, fazendo com que convicção e ação caminhem da maneira mais harmoniosa possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2663368943302414448?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2663368943302414448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2663368943302414448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2663368943302414448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2663368943302414448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/01/idiossincrasias-protestantes.html' title='Idiossincrasias Protestantes'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8473064601942516765</id><published>2011-01-09T18:03:00.001-02:00</published><updated>2011-01-10T08:39:40.898-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Pelo descanso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Revolução Industrial mudou o ritmo do mundo. Nunca antes na história se teve tanta noção de produtividade como a partir de então. A equação custo/benefício passou a ganhar mais atenção dos homens, e os lucros proporcionados pelo novo estilo de vida esconderam o preço que a humanidade teria que pagar com sua nova maneira de caminhar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos maiores comprometimentos da nova forma de viver foi a alteração no conceito de descanso. Ele ganhou nova cara. Diante da necessidade de produção e da - cada vez menor - distinção entre o homem e suas máquinas, o descanso passou a ser prerrogativa de dois grupos: o da elite e o dos marginalizados. Para o primeiro, o descanso era um luxo possível de ser desfrutado. Para o segundo, uma consequência da sua impossibilidade de fazer qualquer coisa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para todos, parar deixou de ser uma necessidade. E isso comprometeu a médio e longo prazo a história dos homens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é preciso ser conhecedor da tradição judaico-cristã para saber os riscos que se corre quando se relega o descanso ao rol dos itens desnecessários para a vida. Basta que se seja um bom observador da raça humana. Chaplin encerrou o filme 'O Grande Ditador' com as palavras: 'Nós desenvolvemos a velocidade, mas nos fechamos em nós mesmos. Máquinas que nos dão abundância nos deixaram em necessidade... Não sois máquinas! Homens é que sois!'. Como ateu, foi um grande profeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida pede descanso! E quem ignora seu clamor paga alto preço. Quem quer que conheça sua natureza sabe que descansar nunca foi nem nunca será um luxo, mas uma necessidade para quem deseja, em qualquer época e sob qualquer paradigma, viver bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8473064601942516765?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8473064601942516765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8473064601942516765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8473064601942516765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8473064601942516765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2011/01/o-mundo-pos-revolucao-industrial-e-o.html' title='Pelo descanso'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8997770343272205372</id><published>2010-12-29T23:02:00.004-02:00</published><updated>2010-12-29T23:05:35.819-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Minha Resolução de Ano Novo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Para 2011, faço das palavras do salmista a minha resolução de ano novo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Sei que qualquer coisa que dê ao meu Deus será uma devolução por tudo que Ele tem me dado. Sei disso porque aprendi que, com Deus, o que dou, não dou. Devolvo. Deus é sempre a causa; eu sou sempre a consequência. Deus é sempre a ação; eu sou sempre a reação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Tomarei o cálice da salvação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não encararei a salvação como um fato consumado, mas como um trabalho em andamento. Todos os dias dela beberei, até que, por Cristo, o trabalho em minha vida &amp;nbsp;seja concluído.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;'Invocarei o nome do SENHOR'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Buscarei o Deus que se permite achar. Contarei por perto o que habita nas alturas. Desejarei sua presença como alguém que sabe o valor que ela tem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Estarei mais empenhado em cumprir os votos que fiz do que em fazer novos. Tomarei o sim por sim e o não por não. Sei que vacilarei por ter errado, mas espero não errar por não ter tentado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Sãos as palavras do salmista, hoje feitas minhas. São meus votos para o ano que se inicia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8997770343272205372?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8997770343272205372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8997770343272205372&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8997770343272205372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8997770343272205372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/minha-resolucao-de-ano-novo.html' title='Minha Resolução de Ano Novo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5449795304727619170</id><published>2010-12-24T20:14:00.001-02:00</published><updated>2010-12-24T20:15:07.811-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre o Natal</title><content type='html'>Foi quando o autor da história resolveu virar protagonista;&lt;br /&gt;Foi quando o doador da vida se permitiu viver no ventre da mulher;&lt;br /&gt;Foi quando o legislador se pôs sob a lei;&lt;br /&gt;Foi quando o criador das línguas aprendeu a falar;&lt;br /&gt;Foi quando o verbo virou gente;&lt;br /&gt;Foi quando o invisível se deixou ver;&lt;br /&gt;Foi quando o eterno nasceu;&lt;br /&gt;Foi quando a esperança se materializou;&lt;br /&gt;Foi quando a morte começou a morrer;&lt;br /&gt;Foi quando a vida foi vivida como deve ser;&lt;br /&gt;Foi quando José viu que o anjo tinha razão;&lt;br /&gt;Foi quando Maria começou a cantar;&lt;br /&gt;Foi quando Herodes temeu;&lt;br /&gt;Foi quando o mundo tremeu;&lt;br /&gt;Foi dos seus dias o apogeu;&lt;br /&gt;Divina humanidade, humana divindade;&lt;br /&gt;Deus entre nós! Emanuel! É Natal!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5449795304727619170?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5449795304727619170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5449795304727619170&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5449795304727619170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5449795304727619170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/sobre-o-natal.html' title='Sobre o Natal'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5774781905295680264</id><published>2010-12-21T13:59:00.003-02:00</published><updated>2010-12-21T14:02:49.868-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Saramago e a teologia do caos</title><content type='html'>Em 1995, José Saramago publicou uma de suas obras mais peculiares. &lt;i&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/i&gt; é o tipo de romance que angustia do início ao fim. Ainda que fascinado pelo desdobramento da trama, a obra me encanta por seu discurso teológico. Irônico, por sinal, já que Saramago foi um dos grandes promotores do ateísmo no século XX, no universo literário.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/i&gt; é um tratado sobre a teologia do caos. Narrando uma cidade levada, do dia para a noite, a uma alteração cabal do seu &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;, Saramago descreve o poder da desordem para promover barbárie entre os homens. Acometidos por uma cegueira inexplicável, irreversível e altamente contagiosa, habitantes de toda uma cidade são levados a alterar seus padrões de vida por conta das novas condições às quais estão, involuntariamente, submetidos. Em pouco tempo, o caos se estabelece. Com ele, à reboque, vem a barbárie.&lt;br /&gt;Poucos livros revelam com tanta franqueza a vulnerabilidade do homem pós-queda. Por saber de suas convicções ateístas, não tenho dúvidas de que o escritor português não se propôs a descrever o homem caído. Provavelmente tais terminologias nem ao menos faziam parte de seu vasto vocabulário. Todavia, ciente que teologia não se faz a partir de palavras, mas da observação da vida, ouso dizer que Saramago teologou.&lt;br /&gt;Sempre que o caos se estabelece, a barbárie se encontra na iminência de ser instaurada. Sempre que o caos se estabelece, a maldade outrora subestimada toma proporções jamais calculadas. Sempre que o caos se estabelece, a ética é violada. Sempre que o caos se estabelece, a moral é deturpada. Sempre que o caos se estabelece, a coletividade é pulverizada. Sempre que o caos se estabelece, a vida entra em extinção.&lt;br /&gt;Saramago disse que &lt;i&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/i&gt; é um tratado sobre o sofrimento. Ouso discordar do autor. Aquele é um tratado sobre o caos. Porque ainda que todo caos seja sofrível, nem todo sofrimento é caótico. É possível sofrer sem que se vivencie o caos e a barbárie.&lt;br /&gt;O romance do nobre português se encerra com o estabelecimento do caos. E é aí que minha teologia difere da dele. Sua obra se encerra, quando deveria continuar. Nada se encerra com o estabelecimento do caos. O caos não é permanente. Ele encerra tudo, ou é encerrado por algo maior. Se não encerrou todas as coisas, é porque foi contido.&lt;br /&gt;Saramago, segundo seu próprio relato, sofreu com o livro até o fim. Talvez porque tenha encarado as últimas palavras que escreveu como o fim. Faltou-lhe perceber que o caos e a barbárie - conquanto tenham promovido estragos de proporções incalculáveis - não encerraram a história da cidade assolada. Isso não elimina seu sofrimento; apenas não o condiciona à teologia do caos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5774781905295680264?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5774781905295680264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5774781905295680264&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5774781905295680264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5774781905295680264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/saramago-e-teologia-do-caos.html' title='Saramago e a teologia do caos'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3940972630528266172</id><published>2010-12-16T12:16:00.000-02:00</published><updated>2010-12-16T12:16:34.774-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>O Cristão e o Mito de Narciso</title><content type='html'>Poucos mitos representam tão bem a condição humana quanto o de Narciso. Nascida na Grécia Antiga, a estória do homem que foi cativado por sua própria imagem permaneceu restrita ao universo da mitologia até o final do século XIX. Foi com Freud que ela ganhou projeção. Sua investigações clínicas o levaram a constatar uma dose - em maior ou menor escala - de Narciso em todo homem e mulher.&amp;nbsp;Com isso, fez com que estudiosos das mais diversas áreas passassem a analisar o distúrbio até então desconhecido como tal, ainda que sempre presente na história da humanidade.&lt;br /&gt;Na teologia, pouco se tem falado sobre o mito de Narciso. Irônico, já que a fé em muito tem sido vivenciada a partir dele. Padrões narcisistas, no âmbito individual e social, se misturaram com tanta facilidade ao universo da fé que suas fronteiras parecem cada dia mais enfraquecidas, apagadas.&lt;br /&gt;No cristianismo, por exemplo, percebe-se cada vez mais pessoas carregadas de um tremendo senso de onipotência, superficiais em seus relacionamentos, imaturas em sua fé e apaixonada pela imagem que construíram de si. Pior! Poucos são os que notam a incongruência entre a fé que abraçaram e a espiritualidade que vivenciam.&lt;br /&gt;Os gregos tinham razão. Quem se apaixona pela imagem que constrói de si fica hipnotizado. Narciso não se escravizou pelo que era, mas pelo que pensava ser. Porque se soubesse quem, de fato, era, não ficaria estático - a menos que, não suportando sua condição, quisesse fugir do confronto com sua realidade.&lt;br /&gt;Assim são os que, abraçando a fé cristã, vivenciam-na como se discípulos de Narciso fossem. Não se apaixonaram pela fé revelada, mas pela fé construída. Não pela fé que os confronta, mas pela fé que os afaga. Não pela fé que liberta, mas pela fé que escraviza. Talvez nunca verão em Cristo a imagem do Deus invisível. Porque cada vez que olham para o que acham ser ele, encontram sua própria imagem refletida. Um prato cheio pra quem quer deixar tudo como está!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3940972630528266172?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3940972630528266172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3940972630528266172&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3940972630528266172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3940972630528266172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/o-cristao-e-o-mito-de-narciso.html' title='O Cristão e o Mito de Narciso'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8926034789983126560</id><published>2010-12-08T15:16:00.000-02:00</published><updated>2010-12-08T15:16:32.566-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Os paradigmas religiosos</title><content type='html'>De pé, os homens aplaudem os avanços tecnológicos, sociais e científicos. O progresso da humanidade nas mais diversas áreas do saber é desfrutado e celebrado por pessoas de todos os cantos da terra. 'Paradigmas foram feitos para serem superados', dizem as pessoas. 'Não podemos parar no tempo! Precisamos avançar!', alegam outros.&lt;br /&gt;Com a religião, curiosamente, as coisas funcionam de maneira diferente. Não é o avanço que é celebrado. Antes, é a estagnação - quando não o retrocesso. Igreja boa - no senso comum - é igreja antiga. Modernidades não encontram espaço no universo religioso. Quanto mais distante da atualidade for o referencial, mais sacra a igreja se torna.&lt;br /&gt;Por que muitos amantes do avanço social se revelam opositores da mesma mudança de paradigmas, só que no universo religioso?&lt;br /&gt;Parece-me que universo religioso passou a ser, em algum momento na história, sinônimo de universo sagrado. E com sagrado, pensam, quanto menos se mexe, menos chances se corre de profaná-lo.&lt;br /&gt;O que ignoram os que assim pensam é que, neste mundo criado por Deus, sagrada é a vida e os divinos princípios que devem regê-la. Tudo o mais, que a seu redor gira, deve ser construído e desconstruído de acordo com o mundo no qual se vive.&amp;nbsp;Quando se sacraliza qualquer coisa que não aquilo que Deus sacralizou, profana-se, automaticamente, os valores por ele estabelecidos.&lt;br /&gt;Igreja boa não é a igreja passada; tampouco a futura. Igreja boa é a do presente. A que supera paradigmas, encaixando-se na história e sociedade da qual faz parte. A que sabe que os novos paradigmas por ela construídos serão igualmente superados, quando chegar o presente da igreja do futuro.&lt;br /&gt;E assim seguem a vida e os eternos valores de Deus; preservados por serem o que Deus quis que fossem. E assim seguem as demais coisas; em construção e desconstrução por serem o que queremos que sejam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8926034789983126560?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8926034789983126560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8926034789983126560&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8926034789983126560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8926034789983126560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/os-paradigmas-religiosos.html' title='Os paradigmas religiosos'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2512360425678789078</id><published>2010-12-04T17:39:00.001-02:00</published><updated>2010-12-04T17:41:36.861-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>O Lucas e a teologia do sofrimento</title><content type='html'>Não foram poucas as vezes que tentei entender as palavras de Jesus para seu pai na cruz. "Por que me desamparaste" parece o discurso de alguém que foi pego de surpresa, que não esperava o abandono, que se sentiu traído. Sei que Jesus conhecia o seu destino. Em nenhum momento, em sua missão, ele perdeu o foco. Sabia que o Pai não o livraria da dor na cruz. Mesmo assim exclamou, revelando o sentimento de desamparo que permeava seu coração e mente. E esse grito de dor na cruz do calvário sempre me fez pensar na teologia do sofrimento.&lt;br /&gt;Lucas, hoje, me ajudou a entendê-la. Com dois meses de vida, tomou as vacinas necessárias nesta manhã e - como previsto - teve febre. Seu olhar dolorido e constante choro parecem querer dizer o que Jesus disse ao seu pai: Você me desamparou!&lt;br /&gt;Não é desamparo, filho! O sofrimento faz parte da vida e, nas atuais circunstâncias, sem ele não há glória. Se eu pudesse eu aliviava sua dor, pois lhe ver sofrer parte meu coração, como o coração do nosso Pai foi partido diante do sofrimento do nosso irmão mais velho naquela cruz. Mas a vida é assim! Não aliviar o sofrimento imediato de quem amamos não é - em absoluto - sinal de desamparo. Quem vive com Deus nunca fica desamparado; só pensa que fica!&lt;br /&gt;Você nem sabe, mas hoje você teologou e me ensinou isso. Hoje você sofre; e eu contigo; e Jesus com a gente; e com ele o Pai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2512360425678789078?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2512360425678789078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2512360425678789078&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2512360425678789078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2512360425678789078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/o-lucas-e-teologia-do-sofrimento.html' title='O Lucas e a teologia do sofrimento'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1526460241726881474</id><published>2010-12-02T15:39:00.002-02:00</published><updated>2010-12-02T15:39:49.221-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Sobre a missão integral da igreja</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Todo cristão parece ter na ponta da língua a resposta para a pergunta: “Qual é a missão da igreja?” Desde que aprendemos o que é ser cristão, fomos ensinados que a missão da igreja é fazer com que pessoas não sejam mandadas para o inferno. A preocupação com o sofrimento da alma dita a missão da igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na década de 70, no entanto, a missão da igreja começou a ser repensada na América Latina. Teólogos deste continente se engajaram na tarefa de compreender a Bíblia em sintonia com sua realidade. Foi quando propuseram, à luz da vida de Cristo narrada nos evangelhos, uma missão que ia além da preocupação com a alma dos homens; uma missão que se preocupava com toda a sua vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Desde então, um dos grandes desafios da igreja tem sido o de perceber a integralidade de sua missão no mundo. A sociedade na qual vivemos não quer apenas ouvir que Deus tem preparado para sua alma alívio diante do sofrimento vindouro. Ela também deseja ouvir que Deus se preocupa com seu sofrimento presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tampouco Deus - é importante destacar – está interessado apenas em sanar as angustias da alma dos homens. O Criador também se preocupa com as aflições que sentem na carne os descendentes de Adão. A missão da igreja é proclamar boas novas para o sofrimento eterno dos homens. E sofrimento eterno inclui presente e porvir!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Uma missão integral se preocupa com o evangelho todo, proclamado a todo homem, e ao homem todo. Nossa mensagem não é destinada apenas a toda criatura. Ela é também endereçada à criatura como um todo – corpo, alma e espírito. Falemos do sofrimento vindouro, pois ele é terrivelmente real. Não nos esqueçamos, contudo, das angustias presentes que assolam a humanidade. Cristo também se importa com elas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1526460241726881474?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1526460241726881474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1526460241726881474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1526460241726881474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1526460241726881474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/12/sobre-missao-integral-da-igreja.html' title='Sobre a missão integral da igreja'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8430504774084255983</id><published>2010-11-29T23:26:00.000-02:00</published><updated>2010-11-29T23:26:11.797-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>O dia que eu comecei a viver</title><content type='html'>Eles me olhavam como seu eu tivesse feito mal a todos. Sei que fiz sofrer algumas daquelas famílias. Mas não havia necessidade de me olharem com tamanho ódio. O que mais eu poderia fazer? Sei a vida que vivi. Foi minha a escolha de terminar meus dias - tão precocemente, por sinal - daquela forma. Ninguém escolhe diretamente ter um desfecho daquele, é verdade. Acontece que, indiretamente, minhas escolhas diárias não possibilitaram que o final de minha história fosse outro.&lt;br /&gt;A hostilidade era tão grande que eu nem me dei conta de quem estava ao meu lado. Como muitos o humilhavam com suas palavras, eu entrei na onda e fiz coro com a multidão. Até que me dei conta... era ele! Aquele nazareno de quem tanto falavam. Diziam que com ele estava a esperança para Israel. E por que ele estava ali? Toda declaração a seu respeito era sobre o bem que fazia às pessoas. Não consegui me recordar de nenhuma acusação que, tendo sido feita contra ele, fizesse sentido em minhas avaliações.&lt;br /&gt;Resolvi olhar para ele. Não aguentava mais olhar nos olhos da multidão. Eles faziam minha alma doer mais do que minhas feridas. Foi quando estremeci. Nunca em minha vida alguém havia me olhado daquela forma. Todo olhar tinha, para mim, sinal de condenação. Mas ele parecia comunicar com seus olhos o amor que nunca recebi nem com gestos ou palavras. Estranho! Ele sabia quem eu era, já que minha má fama corria por toda Israel. E ainda assim não me olhou como os demais.&lt;br /&gt;Não queria sua pena. Queria seu amor. E descobri que era exatamente isso que ele me oferecia. Nossa conversa foi sussurrada. Faltava-nos força; sobrava-nos dor. Mas ele entendeu o meu recado. E eu o dele. Ele ouviu meu arrependimento. E eu minha absolvição. Ele não me livrou do madeiro; mas, milagrosamente, a morte perdeu seu poder sobre mim.&lt;br /&gt;Foi ali, prestes a morrer, que eu comecei a viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8430504774084255983?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8430504774084255983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8430504774084255983&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8430504774084255983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8430504774084255983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/o-dia-que-eu-comecei-viver.html' title='O dia que eu comecei a viver'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-482655565336983417</id><published>2010-11-25T23:59:00.000-02:00</published><updated>2010-11-25T23:59:02.589-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Minha oração</title><content type='html'>Que a escuridão das trevas não me impeça de ver o brilho da luz.&lt;br /&gt;Que o senso crítico não me leve a fazer críticas sem sentido.&lt;br /&gt;Que minha dor não me anestesie.&lt;br /&gt;Que minha alegria não me aliene.&lt;br /&gt;Que a existência da desgraça não me faça esquecer da supremacia da graça.&lt;br /&gt;Que a supremacia da graça não me faça esquecer da existência da desgraça.&lt;br /&gt;Que a igreja avance.&lt;br /&gt;Que as portas do inferno não resistam.&lt;br /&gt;Que a sociedade se importe.&lt;br /&gt;Que Deus se compadeça.&lt;br /&gt;Que o reino se estabeleça.&lt;br /&gt;Que Cristo chegue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-482655565336983417?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/482655565336983417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=482655565336983417&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/482655565336983417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/482655565336983417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/minha-oracao.html' title='Minha oração'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7058313543173710451</id><published>2010-11-24T13:10:00.002-02:00</published><updated>2010-11-25T13:41:18.677-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>O Rio do Governador</title><content type='html'>Nosso governador disse que a população do Rio deve ficar tranquila diante dos acontecimentos; que ninguém precisa mudar sua rotina.&amp;nbsp;Confesso que por pouco eu não fiquei com raiva do governador. Depois de pensar um pouco, percebi que eu entendo o governador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio do governador, a política de segurança pública é eficaz.&lt;br /&gt;No Rio do governador, anda-se escoltado para cima e para baixo.&lt;br /&gt;No Rio do governador, circula-se pela Zona Sul da cidade.&lt;br /&gt;No Rio do governador, mora-se num palácio com segurança 24/7.&lt;br /&gt;No Rio do governador, não é preciso pegar a rodovias; transita-se de helicóptero.&lt;br /&gt;No Rio do governador, quando se anda de carro, checa-se, antes, se as rotas estão 'transitáveis'.&lt;br /&gt;No Rio do governador, carros são blindados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único problema com o Rio do governador é que ele não é o Rio dos governados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio dos governados, a política de segurança pública não soluciona problemas; ela os desloca.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, escolta é uma palavra desconhecida.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, a Zona Sul é um passeio de fim de semana.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, segurança é uma piada.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, helicóptero é coisa de Papai Noel.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, toda rota tem que ser transitável.&lt;br /&gt;No Rio dos governados, carro blindado é caveirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O senhor tem razão, governador! No seu Rio ninguém vai precisar mudar a rotina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7058313543173710451?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7058313543173710451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7058313543173710451&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7058313543173710451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7058313543173710451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/o-rio-do-governador.html' title='O Rio do Governador'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8604712054181501776</id><published>2010-11-22T10:28:00.002-02:00</published><updated>2010-11-22T13:09:48.861-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre as coisas simples da vida</title><content type='html'>Geralmente são preteridas por serem o que são. Decidiram que simples é sinônimo de desprezível. E passaram a valorizar somente o que consideravam complexo. Não perceberam, porém, que há complexidade nas coisas simples da vida; que é a partir do simples que o complexo se origina; e que a clareza da simplicidade muitas vezes chega mais longe do que a densidade do complexo.&lt;br /&gt;Simples é um beijo. Simples é um abraço. Simples é uma conversa à mesa. Simples é um gesto de solidariedade. Simples é uma amizade. Simples é o amor. Simples como as coisas simples devem ser. Simplesmente extraordinárias. Extraordinariamente simples.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8604712054181501776?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8604712054181501776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8604712054181501776&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8604712054181501776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8604712054181501776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/sobre-as-coisas-simples-da-vida.html' title='Sobre as coisas simples da vida'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1255704290914019207</id><published>2010-11-17T16:36:00.000-02:00</published><updated>2010-11-17T16:36:18.222-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Alguém entende?</title><content type='html'>Crítica faz bem pra saúde. Pessoas sem senso crítico correm sério risco de viverem marcadas por uma imaturidade alienante. O mundo dos contos de fadas não foi feito para a vida real - ainda que muitas vezes esse seja o nosso desejo. A realidade é mais cruel do que os desenhos e livros, e o final feliz dos romances nem sempre encerra os capítulos de nossa vida.&lt;br /&gt;Ainda assim, é importante checarmos periodicamente as razões pelas quais criticamos, seja lá o que for. A crítica pela crítica azeda a vida com espantosa facilidade.&lt;br /&gt;Não é de hoje que a igreja cristã tem sido criticada. Olhares internos e externos pontuam o Cristianismo à partir de suas próprias perspectivas, tecendo comentários sobre a atuação dos discípulos de Cristo no mundo. E há mais saúde nisso do que muitos imaginam! Contudo, recentemente tem-se desenvolvido uma cultura - sobretudo no protestantismo brasileiro - de criticar como forma de se distinguir e auto-afirmar. E essa eu não entendo!&lt;br /&gt;Não tenho um olhar ingênuo sobre o evangelicalismo no Brasil. Aqui mesmo já escrevi diversas vezes sobre a lamentável realidade que permeia boa parte dos arraiais cristãos protestantes nessa nação. Ainda assim, também não acho que esteja tudo perdido. E, não sei porquê, não consigo comprar o discurso dos que, de dentro, anunciam a tragédia como se fora estivessem; dos que criticam os do lado como se estivessem acima; dos que olham pra criatura como se criadores fossem.&lt;br /&gt;Não entendo, por exemplo, os que generalizam o problema da igreja evangélica brasileira, sabendo que sob a bandeira do evangelho no Brasil há grupos que convivem tal qual água e óleo no mesmo recipiente, tamanha a discrepância doutrinária e prática entre eles.&lt;br /&gt;Não entendo os que criticam a importância da teologia, quando, ao passo que fazem isso, constroem para si outra.&lt;br /&gt;Não entendo os que se cansam da igreja e fogem dela, criticando-a, mas que começam a se reunir com um grupo para estudar o evangelho e louvar a Deus, supondo não ser aquilo uma igreja.&lt;br /&gt;Não entendo os que criticam qualquer investimento eclesiástico que não vise benefício social, mas que vivem viajando pelo mundo para descansar do stress nos resorts da vida, como se a responsabilidade social fosse apenas da instituição, e não pessoal.&lt;br /&gt;Não entendo os que acham que ser pós-moderno é negociar a base do evangelho, ignorando que essa heresia é mais antiga que andar pra trás.&lt;br /&gt;Não entendo esse grupo de dentro que acha que está fora. Aliás, alguém entende?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1255704290914019207?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1255704290914019207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1255704290914019207&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1255704290914019207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1255704290914019207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/alguem-entende.html' title='Alguém entende?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2678853224340692661</id><published>2010-11-15T23:24:00.002-02:00</published><updated>2010-11-17T13:07:38.653-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>O mais rico dentre os pobres</title><content type='html'>Nunca pensei que pudesse ouvir uma mensagem como aquela no lugar onde vivo. Honestamente, eu achava que havia discursos que não se aplicavam ao meu contexto. Aquele, então, eu tinha certeza não ser pra gente como eu.&lt;br /&gt;Sempre vivi em uma das piores favelas da cidade. Ainda que as casas que dão para a principal avenida fossem bem cuidadas, todo mundo sabia que o resto da favela havia caído, há muito, no esquecimento das autoridades. Cuidavam da primeira rua para que quem passasse por ali pensasse estar tudo em perfeita ordem de conservação. Só quem morava na comunidade sabia como, de fato, as coisas eram. A minha rua, então - se é que aquilo pode ser chamado de rua - sendo a última, era desconhecida inclusive por moradores do bairro. Eu e poucos vizinhos é que sabíamos como era viver ali. Quer dizer, sobreviver.&lt;br /&gt;Mesmo assim, jamais perdi a fé. Confiava que Deus olhava por mim. Sempre aparecia uma comida ou outra nas horas do aperto. O pessoal da comunidade era prestativo, nesse sentido. Havia entre os moradores da comunidade um senso de solidariedade que até me fazia orgulhoso de viver ali.&lt;br /&gt;Foi em um de meus momentos de menor dificuldade - raros, por sinal - que resolvi ir à igreja. Falam que pobre só vai à igreja quando quer ajuda. Mas eu estava bem naquele dia; já havia estado muito pior.&lt;br /&gt;Logo vi que o pastor era diferente. A roupa que ele vestia e o carro que estacionava não deixavam dúvidas de que ele não era da comunidade. Nem daquela, nem de nenhuma outra. Era gente fina - o que já me deixou com pé atrás. O que um sujeito como aquele estava fazendo na última rua da comunidade - se é que aquilo pode ser chamado de rua.&lt;br /&gt;Quando ele abriu a Bíblia, então, ficamos sem entender nada. O texto que ele escolheu falava algo sobre um rico dificilmente entrar no reino dos céus. 'Esse cara ficou louco!', foi o que eu e provavelmente todo mundo ali pensou. Das duas, uma: ele não percebeu onde está, ou está querendo mostrar pra gente que é um dos poucos ricos que conseguiram entrar no reino de Deus! Pra quê falar de rico em um dos lugares mais pobres da cidade?&lt;br /&gt;Por mais que estivesse certo de que aquele discurso não era pra mim, suas palavras me cativaram como poucas mensagens que havia escutado nas raras vezes em que fui à igreja. Comecei a pensar - enquanto ele falava - de como, apesar do carro e da roupa, ele vinha tratando as pessoas antes do culto com uma simplicidade dificilmente encontrada aqui na comunidade. Ele abraçou sem demagogia gente que eu não abraço; sentou-se ao lado de pessoas com as quais eu não me assento; e conversou com outros por quem eu sinto repúdio.&lt;br /&gt;Não me lembro quando me perdi na mensagem. Jamais me esquecerei, contudo, o momento em que me achei. Com humildade e mansidão, ele dizia que os ricos que dificilmente entrariam no céu não eram, necessariamente, os afortunados, mas os que - possuindo dinheiro ou não -&amp;nbsp;tinham&amp;nbsp;o seu coração na riqueza.&lt;br /&gt;Nada mais me era necessário naquele encontro. Na verdade, nem sei como o culto acabou. Não esperei apelo, ou qualquer oração. Saí da igreja e voltei pro meu barraco, lançando-me de joelhos ao chão, arrependido por ter, por tanto tempo, servido a um deus de papel que nunca consegui carregar na carteira, mas cujo lugar era cativo no meu coração.&lt;br /&gt;Continuo morando no mesmo lugar. Ainda indignado com o descaso das autoridades com minha comunidade e, principalmente, com minha rua - se é que aquilo pode ser chamado de rua. Mas aprendi que o que faz de mim um rico passível de não entrar no reino dos céus não é o dinheiro que tenho ou deixo de ter, mas o maligno e obsessivo desejo que cultivo ou não por ele. Continuo, nessa luta, com minha fé em Deus. E agora, depois de entendida a mensagem, somente nele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2678853224340692661?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2678853224340692661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2678853224340692661&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2678853224340692661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2678853224340692661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/o-mais-rico-dentre-os-pobres.html' title='O mais rico dentre os pobres'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-402448257413297685</id><published>2010-11-12T23:37:00.000-02:00</published><updated>2010-11-12T23:37:32.873-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Remontando o tabuleiro de War</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lausanne III acabou de acontecer. Desde então, encontros têm sido promovidos em todos os cantos do mundo para se discutir a aplicabilidade do que no tão importante congresso de evangelização foi discutido. Na verdade, Lausanne III será para a igreja o que a igreja fizer a partir do que ali se construiu. E é exatamente aí que reside minha preocupação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem não conhece o movimento, os congressos de evangelização mundial tiveram seu ápice em 1974, quando o paradigma de missão da igreja foi substituído. Samuel Escobar e René Padilla deram ao conceito de missão nova cara. Partindo da pobre, desigual e sofrida realidade latino americana, estes teólogos propuseram uma visão holística da missão cristã. Sua proposta redefinia diretamente a visão soteriológica da igreja.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por compreenderem a obra de Cristo como algo que afeta não apenas a realidade vindoura do homem, mas também a presente, os teólogos latino-americanos sugeriram, consequentemente, que a missão da igreja almejasse suprir integralmente as necessidades humanas. Isto é, redenção não apenas da alma, mas da vida.&amp;nbsp;Até então, os pressupostos missiológicos enfatizavam a conquista de almas para Jesus. Dava-se ênfase ao número de decisões por Cristo. Contabilizava-se conversões pelo número de profissões de fé em Jesus. Daí, marcava-se no mapa mundi os lugares já alcançados e partia-se em direção aos que ainda não tinham ouvido a mensagem do evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O capítulo 5º do Pacto de Lausanne I não mais deixou a igreja dormir com os mesmos pressupostos. Um paradigma missiológico havia sido ultrapassado. A mensagem da igreja possivelmente começaria a fazer mais sentido para parte do mundo que sofria não apenas pelo temor da punição eterna, mas pela intensa assolação provocada pela opressão terrena. Começaria...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por maior que tenha sido o impacto da missão integral no cenário da evangelização mundial, Lausanne III foi, de certa forma, uma retomada dos paradigmas teoricamente superados. Teólogos como John Piper e Paul Eshleman pareceram trabalhar nesse sentido. Enquanto o primeiro enfatizava que a missão da igreja é, principalmente, aliviar o sofrimento eterno, o segundo apresentou números e estatísticas que pareciam revelar o discurso de parte do movimento de evangelização mundial cuja preocupação é a velha tarefa de fazer de cada parte do planeta um lugar onde o nome de Jesus foi mencionado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É indiscutível a necessidade de proclamar Jesus em lugares onde seu nome ainda não foi anunciado, traduzir as Escrituras para idiomas ainda não traduzidos e estabelecer igrejas onde elas não estão edificadas. Contudo, depois de tudo o que tem sido pensado e proposto à luz das Escrituras, é um retrocesso achar que a evangelização se estabelece com bandeiras fincadas e mãos levantadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de estar errado em minha conclusão, mas temos que estejamos remontando o tabuleiro de &lt;i&gt;war&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-402448257413297685?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/402448257413297685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=402448257413297685&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/402448257413297685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/402448257413297685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/remontando-o-tabuleiro-de-war.html' title='Remontando o tabuleiro de War'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-123924083642390299</id><published>2010-11-11T19:11:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T19:11:32.895-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Cristo, a igreja e o mundo</title><content type='html'>É possível fazer pelo mundo o que Cristo fez pela igreja? Essa é uma pergunta que não poucas vezes ouço de gente que quer entender a missão da igreja no mundo. Automaticamente, a resposta de qualquer pessoa que zele pela ortodoxia é "não". Ninguém daria a vida pelo mundo como Cristo deu pelo seu povo. E ainda que o fizesse, jamais surtiria o mesmo efeito.&lt;br /&gt;De fato, tal resposta faz todo sentido. Ainda assim, também faz sentido pensar em fazer pelo mundo o que Jesus fez pela igreja. Porque Jesus fez mais do que morrer pelos que comprou. Ele também viveu por eles.&lt;br /&gt;É muito comum associarmos o discurso do anjo à Maria "e ele salvará o seu povo dos pecados deles" com a morte vicária de Cristo. Falamos do corpo ferido e do sangue vertido como as maiores expressões de amor de Jesus pelos seus. E ainda que correto, tal discurso está incompleto.&amp;nbsp;A salvação oferecida por Cristo também passa pela vida que ele viveu. Sua obediência não foi apenas passiva; foi também ativa. Isto é, ele não salvou os seus pela morte; também o fez pela vida de obediência que viveu.&lt;br /&gt;É nesse último sentido que a igreja pode fazer pelo mundo o que Cristo fez pelo seu povo. Morrermos pelo mundo não o salvará dos seus pecados. Nem vivermos por ele, é verdade. Isso, pela simples razão de não termos condição de salvar quem quer que seja - visto que nem a nós mesmos salvamos. Contudo, quando vivemos pelo mundo fazemos com que ele conheça o caminho da salvação. Uma vida em obediência à Cristo, caminhando sobre suas pegadas, leva o mundo inevitavelmente ao cenário da cruz. E ali ele é redimido.&amp;nbsp;Daí o valor de fazer pelo mundo o que Cristo fez pela igreja!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-123924083642390299?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/123924083642390299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=123924083642390299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/123924083642390299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/123924083642390299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/11/cristo-igreja-e-o-mundo.html' title='Cristo, a igreja e o mundo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-9069051341340572020</id><published>2010-10-30T10:30:00.006-02:00</published><updated>2010-11-11T15:16:22.405-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Reformar o quê?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Amanhã é o aniversário da Reforma Protestante. Há exatos 493 anos Martinho Lutero, um monge agostiniano alemão, com o intuito de resgatar o cristianismo bíblico, anexou 95 teses à porta da catedral de Wittenberg. Seu desejo de levar a igreja de seus dias à prática de uma espiritualidade sadia mudou o rumo da história cristã como nenhum outro evento desde o pentecostes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Desde então, tem sido falado sobre a necessidade de vivermos novas reformas internas. A percepção de que a casa precisa ser arrumada parece acompanhar as gerações desde o nascimento do protestantismo. Na ala reformada do movimento surgiu, inclusive, o lema ‘Igreja Reformada, sempre reformando’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Penso, às vezes, que tal discurso parece ter tomado vida e aprendido a caminhar com suas próprias pernas. Em todo lugar se fala sobre a necessidade de uma nova reforma; inclusive por gente que nem sabe o que a Reforma significou. A estes, tenho vontade de perguntar: reformar o que?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Só se reforma algo diante do reconhecimento da necessidade de mudanças. Só se reforma direito caso se saiba as razões pelas quais as mudanças são necessárias. A questão não é apenas mudar; é saber de onde sair e para onde ir! Quando fez o que fez, Lutero sabia de onde partia e onde almejava chegar. E isso fez com que sua luta – mesmo superando suas expectativas – marcasse a história do Cristianismo de forma tão dramática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Cambria;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Cambria; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Que precisamos continuar nos reformando todos sabemos. Resta-nos sabermos de onde queremos sair e em que lugar pretendemos chegar. Reforma não acontece sem reflexão; ferramenta indispensável para que qualquer mudança valha a pena.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-9069051341340572020?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/9069051341340572020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=9069051341340572020&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/9069051341340572020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/9069051341340572020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/10/reformar-o-que.html' title='Reformar o quê?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2006892099326687844</id><published>2010-10-26T18:07:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:22:04.952-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Confissões de uma samaritana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as manhãs eu saía de casa cedo pra buscar água na fonte. Na verdade, íamos juntas. Eu e todas as mulheres da região. Caminhávamos e conversávamos sobre a vida. Confesso que sempre temi essas caminhadas matinais. Nunca expus para ninguém meus dilemas. Minha história era por demais complicada para ser revelada desnecessariamente. Além disso, elas poderiam não querer mais minha companhia se descobrissem quem eu era.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi por isso que ontem resolvi sair mais tarde. Quando elas passaram na minha porta, avisei que precisava fazer algumas coisas em casa. Dei a entender que não precisaria de água aquele dia, pois havia recolhido quantidade suficiente na manhã anterior. Estava decidida a fugir daqueles encontros. Não desgastaria minha imagem por nada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fui pra fonte ao meio dia. Sabia que ninguém estaria lá. O sol rachava a terra seca. Escaldante, desanimava qualquer pessoa. Menos a mim. Preferia a fúria do sol ao risco de ter minha história exposta. Por isso nem me preocupei com o calor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase voltei quando vi um homem sentado junto à fonte. Havia planejado tudo tão perfeitamente. Ninguém deveria estar ali! Estava determinada a voltar, mas quando dei por mim, já estava ao seu lado - e conversando com ele. Achei muito estranho. Sabia que ele era judeu. E ele que eu era samaritana. Mesmo assim a conversa fluiu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda que tenha tentado, sem sucesso, cumprir os protocolos, tenho que admitir que me deixei envolver por seu discurso. Até que o pior aconteceu! Ele tocou no meu ponto fraco. Por alguns instantes me desesperei. 'Era melhor ter saído cedo com as mulheres', pensei. Ter sua vergonha exposta a um homem é pior do que tê-la revelada a todas as mulheres em uma sociedade como a minha. Já esperava o desfecho... quando me surpreendi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebi que ele era profeta. Revelou meu pecado e me amou ao mesmo tempo. Perguntei, então, onde era o templo. Teve gente que não entendeu minha atitude. Eu só queria saber onde deveria levar minha oferta pelos pecados cometidos. Queria acertar as contas com Deus; e da forma certa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando ele me disse que poderia adorar em qualquer lugar, não aguentei! Saí em disparada para a cidade. Queria me encontrar com todos e contar as boas novas. Não podia guardar aquilo para mim; precisava compartilhar. Só depois percebi como eu havia mudado. Lembra que comecei o dia fugindo daquelas mulheres?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2006892099326687844?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2006892099326687844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2006892099326687844&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2006892099326687844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2006892099326687844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/10/confissoes-de-uma-samaritana.html' title='Confissões de uma samaritana'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7331095373158906461</id><published>2010-10-19T14:16:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:43:11.870-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Endireitando as flores caídas no caminho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar sobre um cristianismo ecológico soa redundante. É como discorrer sobre uma chuva molhada, sobre um sol quente, ou sobre um sorvete gelado. Ainda assim, parece cada vez mais necessário falar da fé cristã desta forma. Há óbvios que, de tão óbvios, parecem relegados ao esquecimento. São questões que todo mundo sabe, mas que vive como se não soubesse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dispensa explicações a centralidade das questões ambientais no cenário político mundial. Discute-se aquecimento global, escassez de recursos naturais, diminuição da área verde no planeta, extinção de espécies e tanto outros fatores que envolvem a relação do homem com a o meio ambiente. Preocupações - motivadas por questões das mais diversas naturezas - são reveladas todos os dias nos quatro cantos da terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, incrivelmente, há quem julgue ser esta causa tarefa dos  que chamam de ambientalistas. Não poucos cristãos aplaudem o trabalho dos que se engajam nesta longa e muitas vezes silenciosa luta, limitando-se a isso; como expectadores, enaltecem o labor alheio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vale lembrar que a fé cristã é essencialmente ecológica. Isso significa que as causas ambientais estão sempre na pauta de suas lutas. Gênesis e Apocalipse dão a dica para a percepção desta verdade; toda a peregrinação da raça humana - criada com graça e voluntariamente submetida à desgraça - se dá entre a saída de um jardim e a entrada em outro (ou o retorno ao primeiro).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que, então, com tanta frequência se negligencia o caráter ecológico do movimento fundado por Jesus Cristo? Porque os homens deste movimento são parte daquela raça que saiu do jardim. Ainda que estejam a caminho do lugar de onde saíram, caminham oscilando entre se perder e se encontrar em sua missão. Esquecem-se que, tanto de onde vieram quanto para onde vão, a tarefa de cuidar das demais coisas criadas lhes foi incumbida - e a eles somente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cristo reconcilia Deus com o mundo. Não apenas com os homens; com o mundo. Porque se - pela inimizade dos homens - tudo foi amaldiçoado, pela amizade dos homens tudo será reconciliado.  Deus e os homens; os homens e o mundo; Deus e o mundo. O movimento de Cristo é o movimento do retorno ao jardim de Deus. E enquanto não se chega lá, vai-se endireitando as flores caídas pelo caminho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7331095373158906461?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7331095373158906461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7331095373158906461&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7331095373158906461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7331095373158906461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/10/um-cristianismo-ecologico.html' title='Endireitando as flores caídas no caminho'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7245633196761215422</id><published>2010-10-09T21:46:00.005-03:00</published><updated>2010-10-09T22:18:49.479-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre a providência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele cria que tudo daria certo. Cria porque os livros haviam dito a ele que com Deus as coisas eram assim. As circunstâncias não lhe pareciam favoráveis. Explicar o por quê ele não sabia. Tratava-se de intuição. Mas como a vida não podia parar, ele esperou para ver o que haveria de acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo deu certo. Mas será que foi como deveria? Será que o desfecho daquela história foi fruto de algum destino traçado ou obra do acaso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele pensou; e viu que - a menos que o acaso fosse muito organizado - aquilo não poderia ser feito sem que alguém o tivesse planejado. Viu que o mundo não existe apenas por causa de um criador; ele também existe porque há um mantenedor. Alguém que faz com que tudo aconteça perfeitamente como deve acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele passou, então, a crer diferente. Antes, cria porque os livros haviam dito a ele que com Deus as coisas eram assim. Agora, porque viu Deus lhe ensinar com a vida. E quando a escola na qual se ensina é a da vida, as lições dos livros fazem muito mais sentido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7245633196761215422?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7245633196761215422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7245633196761215422&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7245633196761215422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7245633196761215422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/10/aprendendo-sobre-providencia.html' title='Sobre a providência'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5569096107765582208</id><published>2010-09-28T14:48:00.007-03:00</published><updated>2010-11-11T13:36:43.832-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Por uma teocracia cristã? Hã?!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;A cada dia me convenço de que o que muitos cristãos querem é estabelecer no Brasil uma teocracia cristã. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;- Hã?! Você diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;- É verdade. Lhe explico:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;É impressionante a quantidade de gente que pensa que a nação precisa viver debaixo dos preceitos bíblicos, custe o que custar. Também oro e trabalho para que o Brasil seja um país feliz, nos padrões do salmo 33. Contudo, acredito ser por demais imatura a suposição de que tal feito se estabelece na base da força.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Querer que quase 200 milhões de habitantes vivam debaixo de princípios cristãos é de uma violência inconcebível em um estado laico. Não somos uma teocracia; nem cristã, nem de qualquer outra confissão religiosa. A liberdade de religião é garantida constitucionalmente a todos os cidadãos brasileiros - o que contempla, inclusive, a escolha de não adotar nenhuma delas para viver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Não posso, por isso, querer fazer da Bíblia a regra de fé e prática para todos os brasileiros. É surreal a tentativa de obrigar as pessoas a viverem com princípios que não adotaram, sob a alegação de que Deus condena o que elas fazem. E se elas não acreditarem em Deus? E se acreditarem, mas não estiverem muito interessadas em sua opinião?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Nós, evangélicos, condenamos os países que vivem sob o regime da teocracia islâmica, julgando-a uma violência a pessoas que, talvez, escolheriam não viver segundo os preceitos do Alcorão. Não percebemos, todavia, que fazemos o mesmo ao esperar que os poderes executivo, legislativo e judiciário do Brasil sigam o padrão evangélico de ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Em nome da propagação dos valores do evangelho, muitos fazem proselitismo - e da forma mais violenta possível. Não querem um Brasil em aliança com Cristo. Querem uma teocracia cristã estabelecida com mão de ferro. Já me chamaram pra lutar por essa causa. Por uma teocracia cristã? Hã?! Tô fora!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5569096107765582208?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5569096107765582208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5569096107765582208&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5569096107765582208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5569096107765582208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/por-uma-teocracia-crista-ha.html' title='Por uma teocracia cristã? Hã?!'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7772272358700098735</id><published>2010-09-26T16:44:00.002-03:00</published><updated>2010-09-26T16:45:43.933-03:00</updated><title type='text'>A cara de Deus</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ver a face de Deus é um desejo de não poucas pessoas que fazem parte do povo do Altíssimo. São cânticos, pregações e orações por toda parte expressando esse anseio por ver quem Deus é, tal qual vemos aqueles que estão ao nosso redor. E a legitimidade de tal anelo leva muitos a não descansarem enquanto não descobrirem que cara Deus tem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Jesus parece ter resolvido esta questão da busca pela cara de Deus em duas ocasiões. Na primeira delas o Nazareno conversava com uma samaritana. O assunto em pauta era outro, mas com sua resposta à dúvida daquela mulher Jesus encerrou a busca pela face de Deus. Por que qual o sentido de se continuar a buscar descobrir a cara de um Deus que não se vê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em outro momento, mais adiante em seu ministério, Jesus explicava a seus discípulos que estava próxima sua hora de partir para junto do Pai. Tomé buscou saber o caminho com seu senhor, e Filipe, confuso com a resposta de Jesus àquele discípulo, disse: “mostra-nos o Pai e isso nos basta”. Foi quando o mestre, mais uma vez, resolveu a questão da busca pela face de Deus, dizendo: “quem vê a mim vê ao Pai”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Cristo mostrou ao mundo que cara tem o Deus invisível. Jesus foi, enquanto esteve na terra, a cara de Deus. E nós somos a cara de Jesus, desde que ele voltou para junto do seu Pai. E que cara é essa? É uma cara que, sob múltiplas feições, se revela através de um caráter como o daquele que desde o princípio rege o universo. A cara de Deus é a cara do amor, da justiça, da misericórdia e da compaixão. A cara da valorização do que é bom e do repúdio ao que é mau. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"  style="font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Cristo revelou aos seus discípulos a cara de Deus. E os discípulos revelam ao mundo a cara de Cristo. Uma cara que é expressada pela vivência em consonância com o caráter daquele que, sendo espírito, tomou forma e deixou o mundo ver que cara ele tem. Daquele que foi acusado de não ter beleza, mas que revelou que nada há de mais belo do que ter um caráter como o que ele teve; e como o que eu e você devemos ter.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7772272358700098735?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7772272358700098735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7772272358700098735&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7772272358700098735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7772272358700098735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/ver-face-de-deus-e-um-desejo-de-nao.html' title='A cara de Deus'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3970728731740435372</id><published>2010-09-20T11:30:00.009-03:00</published><updated>2010-11-11T13:35:16.382-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Depois que o Expresso passou</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este fim de semana recebemos em nossa igreja o &lt;i&gt;Expresso Luz&lt;/i&gt;. Ainda que pouco conhecida entre os cristãos, a banda do Centro Oeste brasileiro é de uma sofisticação musical pouco vista neste segmento artístico, no contexto evangélico. Com letras simples e profundas, vozes afinadas e instrumentos apurados, o &lt;i&gt;Expresso Luz&lt;/i&gt; conquista seus ouvintes, fazendo deles companheiros de caminhada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, por maior que seja a qualidade do grupo, o que me fascina na banda é seu jeito brasileiro de fazer música. Brasileiro tem mania de dizer que se orgulha da bandeira que carrega no peito. Paradoxalmente, o mesmo brasileiro tem mania de subestimar sua cultura, recebendo o que vem de fora como superior e suficiente para desqualificar o que é fruto de nossa terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a música, como poucos elementos, revela esse abandono do que é nosso. Nossas rádios tocam mais música americana do que brasileira; nossas igrejas chamam de música sacra apenas o que trouxemos da Europa; nosso gospel é australiano; e o que é nosso perde cada vez mais espaço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa vida precisa ter a nossa cara. E vendo e ouvindo o &lt;i&gt;Expresso&lt;/i&gt; passar, tive em meu coração renovada a esperança e o desejo de ver e ser brasileiro como brasileiro deve ser: usando o que de mais precioso tem sido construído neste solo que tem tanta coisa boa para oferecer. A estrada é longa; mas que está com pressa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para conhecer mais sobre o Expresso Luz, visite o &lt;a href="http://www.expressoluz.com.br/"&gt;site da banda&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3970728731740435372?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3970728731740435372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3970728731740435372&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3970728731740435372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3970728731740435372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/depois-que-o-expresso-passou.html' title='Depois que o Expresso passou'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4878236505965589660</id><published>2010-09-13T16:51:00.000-03:00</published><updated>2010-09-13T16:52:09.895-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre Pastorear</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pastorear é a arte de, de joelhos, trabalhar com gente. É caminhar com gente que deposita na gente confiança para ajudá-las a ouvir a voz de Deus. Gente grande que fica pequena quando abre o coração pra gente, procurando se encontrar. Gente que escolhe chorar na nossa frente, mostrando um lado seu que outra gente nunca viu. Gente que despe a alma, sem medo de expor a vergonha da sua nudez. Gente que acredita que Deus chamou a gente para ajudar toda gente a ser gente como a gente deve ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4878236505965589660?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4878236505965589660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4878236505965589660&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4878236505965589660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4878236505965589660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/sobre-pastorear.html' title='Sobre Pastorear'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4880197569623823179</id><published>2010-09-10T15:57:00.001-03:00</published><updated>2010-11-11T13:31:30.269-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Sobre aquele 11/09</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Houve quem disse ter visto demônios nas nuvens de cinzas das torres gêmeas. E também quem tenha interpretado os atentados como uma das maiores investidas das trevas contra o reino de Deus. Não poucas igrejas, sobretudo nos EUA, interpretaram o episódio como um grande sinal da iminente vinda de Cristo. Naquela terça-feira o mundo parou para assistir o início do Armagedom.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Ciente da possibilidade de enxergar tal tragédia sob múltiplas perspectivas, visto as lentes teológicas, com as quais estou acostumado a observar o mundo. Sei que elas podem me levar a ler o acontecimento de forma fundamentalista. Fujo, contudo, dessa visão como o diabo da cruz. Não acho que a explicação para tudo o que aconteceu seja o juízo de Deus sobre uma nação - ainda que esteja certo da realidade deste atributo no ser divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;É impossível, a mim, enxergar na Bíblia um Deus que, para julgar um povo, faz algo cujo poder de destruição vitimiza, por consequência, - a curto, médio e longo prazo - infinitamente mais pessoas de outros povos do que do suposto julgado. Não nego, com isso, a realidade de aspectos espirituais no 11/09. Um mundo criado e regido por um Deus que é espírito e habitado por uma raça que é alma vivente é, consequentemente, espiritual em todas as suas esferas. Mesmo assim, não parece sensato atribuir a seres espirituais o que foi orquestrado por gente de carne e osso.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O atentado do 11/09 não foi uma investida das trevas contra a luz. Foi uma investida do homem contra o homem. Foi mais um capítulo da luta de uma raça desunida. Uma raça cuja maldade chegou aos céus faz tempo, e que tem tido que conviver com as consequências da escolha de fazer do próximo um inimigo, ao invés de um aliado.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sei que a história não é tão simples, mas no fundo este é o grande problema da humanidade. Ao escolhermos romper com Deus, escolhemos romper com tudo o que ele fez, e com a forma com ele disse que deveríamos fazer o que quer que fosse. Rompemos, assim, com o próximo. Rompemos com o compromisso de sermos uma raça unida. Rompemos com o senso se coletividade, com as preocupações sociais e com o zelo pelo que não é nosso. Rompemos com a possibilidade de coexistirem divergências de forma pacífica, com o respeito pelas diferenças e com a valorização inclusive do que não nos beneficia de forma direta.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O 11/09 que marcou a história não foi uma luta de anjos e demônios. Foi mais uma batalha da guerra entre os homens; uma reedição deste livro sangrento que começou a ser escrito em um jardim, e que, para muitos, não terá final feliz, a menos que seu primeiro capítulo seja refeito pela graça de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4880197569623823179?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4880197569623823179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4880197569623823179&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4880197569623823179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4880197569623823179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/sobre-aquele-1109.html' title='Sobre aquele 11/09'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7661250472684061544</id><published>2010-09-06T11:08:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T14:00:10.676-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Um povo com muitas caras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por sermos uma nação mestiça, não poderíamos esperar do protestantismo tupiniquim outra cara senão aquela construída por um grande mosaico. Se nosso povo tem todas as caras, cores e sabores, nossa igreja não podia ser diferente. Somos brancos, pardos, mulatos e negros; europeus, americanos, índios e africanos. Somos parecidos com muita gente, mas ninguém tem a nossa cara. E mesmo sabendo de tudo isso, às vezes esperamos que os cristãos desta terra sejam como produtos industrializados, acabados de sair de uma máquina cuja única função é reproduzir milhões de peças idênticas a partir de um único modelo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tomar o Nazareno como modelo a ser seguido não significa ser igual a todos os que fazem a mesma escolha. Ser filho do mesmo Pai não significa ter a mesma cara dos irmãos. Esperar uniformidade de um povo como o brasileiro é desconsiderar a multiplicidade enraizada em sua essência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há aspectos que uniformizam o protestantismo no Brasil. São fatores, evidentemente, que fazem com que estas diferentes faces sejam chamadas de evangélicas. Contudo, há muitos outros que caminham para o lado oposto: o da diferenciação. E ambos são vitais para que o evangelicalismo em terra brasilis seja a nossa cara. Assim como os muitos tipos no Brasil não enfraquecem os vínculos entre um povo que tem orgulho de ser brasileiro, as muitas facetas na igreja são fundamentais para sermos uma igreja com a nossa cara. Ou melhor, com as nossas caras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7661250472684061544?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7661250472684061544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7661250472684061544&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7661250472684061544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7661250472684061544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/um-povo-com-muitas-caras.html' title='Um povo com muitas caras'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3195788987176415318</id><published>2010-09-01T15:50:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T13:22:56.270-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Quando um filho teologa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentado ao chão, no auge do seu período de latência, enquanto brincava, perguntou ao seu pai:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Por que Deus se fez homem?'.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Porque ele quis ser um de nós', respondeu, então, o pai ao filho, sem muita paciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'E por que ele quis ser um de nós?', insistiu o filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Ora, porque sim!', disse o pai tentando encerrar a conversa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Mas por que você quer tanto saber isso, menino?', retomou o pai a conversa, intrigado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Porque eu não consigo entender como pode querer ser homem alguém que os homens tanto desejam ser', o filho respondeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Como?!', o pai, num misto de impaciência e curiosidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'É! Acho que o que os homens mais querem é ser deuses. Mas homem não foi feito pra ser Deus, né, pai?'&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'É claro que homem não foi feito pra ser Deus! Mas quem foi que lhe disse isso?'&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Falar ninguém nunca falou não, pai. Mas é que às vezes vocês agem de um jeito...'&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentado ao chão, enquanto brincava, começou a teologar. E nunca mais parou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3195788987176415318?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3195788987176415318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3195788987176415318&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3195788987176415318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3195788987176415318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/09/quando-um-filho-teologa.html' title='Quando um filho teologa'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8149947003527320693</id><published>2010-08-28T20:14:00.004-03:00</published><updated>2010-08-28T21:07:22.187-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre as palavras</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras nem sempre traduzem pensamentos. Há momentos, na verdade, em que elas os empobrecem. De qualquer forma, parece que são a melhor maneira para exprimirmos o que guardamos em nosso universo particular. Elas significam idéias que não podem ser vistas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, por já estarem carregadas de significado, se desgastam. Ficam empobrecidas. E há quem, por isso, as abandone. Só que palavras não foram feitas para serem abandonadas. É preciso, nessas horas, dar nova roupagem a elas; achar uma nova forma de utilizá-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teve um João que disse que o universo foi feito por intermédio delas. E deve ter sido mesmo. Porque se as nossas já criam um mundo tão vasto, imagina a de quem ensinou os homens a falar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sigo aprendendo a usar as minhas. Significando e ressignificando o que, em minha mente, precisa ser traduzido para o universo que me é externo. Apreciando e cultivando simples palavras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8149947003527320693?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8149947003527320693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8149947003527320693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8149947003527320693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8149947003527320693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/08/sobre-as-palavras.html' title='Sobre as palavras'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6870833488071358429</id><published>2010-08-22T13:37:00.006-03:00</published><updated>2010-11-11T14:01:19.400-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Mosaico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/THFYbiQPFpI/AAAAAAAAAVo/sjUYFjaCkh4/s1600/Mosaico.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 273px; height: 185px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/THFYbiQPFpI/AAAAAAAAAVo/sjUYFjaCkh4/s320/Mosaico.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508281049325442706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um projeto que não é inédito. Uma proposta que não é messiânica. Um desejo que não me é exclusivo. &lt;i&gt;Mosaico&lt;/i&gt; literalmente une traços do que já tem sido feito em tantos lugares, e por gente tão boa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A idéia do &lt;i&gt;Mosaico&lt;/i&gt; surgiu com a constatação da necessidade de unirmos o que nunca deveria ter sido separado: a igreja e o mundo. É evidente que não me refiro aos princípios deste século, aos quais Paulo diz que não devemos nos conformar. Refiro-me ao mundo em si, com toda sua beleza e riqueza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na tentative de não tomar a forma do mundo no que concerne aos seus valores, a igreja acabou por transformar em cacos tudo o que identifica como 'secular'. Despedaçamos o mundo e o varremos para o canto da sala. Só não percebemos que, com isso, jogamos fora preciosidades muitas vezes pouco encontradas entre os nossos arraiais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem transformou tudo em caco fomos nós. Por isso, também é nosso o dever de rearrumarmos as peças quebradas, fazendo desse cenário um grande mosaico onde mundo e igreja se encontram. E é bom ver que já há tanta gente trabalhando nessa direção. Gente estabelecendo pontes entre o que foi sacralizado e secularizado. &lt;i&gt;Mosaico&lt;/i&gt; é um projeto que chega pra somar nesse esforço. Que mundo e igreja se encontrem; e que jamais tornem a se desencontrar! Esse é o sonho do &lt;i&gt;Mosaico&lt;/i&gt;. Há muito trabalho de colagem a ser feito. Por isso, mãos à obra!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6870833488071358429?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6870833488071358429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6870833488071358429&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6870833488071358429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6870833488071358429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/08/mosaico.html' title='Mosaico'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/THFYbiQPFpI/AAAAAAAAAVo/sjUYFjaCkh4/s72-c/Mosaico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6110155661859686472</id><published>2010-08-17T18:24:00.007-03:00</published><updated>2010-11-11T14:01:44.877-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Minha opinião sobre a Época dos evangélicos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que essa é a &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt; dos evangélicos. Por onde se passa, no meio eclesiástico, encontra-se pessoas falando sobre a matéria que foi capa da revista na última semana. As opiniões são as mais diversas, e cada um justifica as suas da maneira que acha conveniente. Demorei pra escrever sobre o assunto. Li a matéria e o que muitos escreveram ou disseram sobre ela. Ainda que tarde, segue o que penso sobre tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De imediato, sempre estranho quando uma revista veicula positivamente alguma notícia sobre o segmento que conhece como evangélico. A imprensa - muitas vezes coberta de razão - costuma destacar os fracassos do protestantismo brasileiro, geralmente com um sensacionalismo que lhe é peculiar. Matéria de capa, então! Só quando o escândalo é mundial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta vez, contudo, foi diferente. A reportagem destacava a insatisfação de um grupo, chamado de "novos evangélicos" com o modus operandi do evangelicalismo tupiniquim. Um grupo que está cansado da profanação do evangelho de Cristo, da banalização da graça e da exploração da fé.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concordo com muito do que disseram os 'novos evangélicos'. Concordo com a horizontalização de uma igreja verticalizada - que insiste em colocar o 'clero' acima do 'laicato'. Concordo com o repúdio à comercialização da graça. Concordo com a indignação de ser identificado com Macedo, Santiago e Cia. quando me apresento como pastor. Concordo com a necessidade de se viver as antigas verdades com uma cara nova; e por isso tenho lutado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não acho que os 'novos evangélicos' representam uma parcela significativa do evangelicalismo no Brasil. Não me refiro a questões ideológicas. Refiro-me ao espaço que ocupam, ainda que merecidamente. São pastores que se encontram em posições quase utópicas para a maioria dos pastores brasileiros - em termos de estrutura material, pessoal, financeira, etc. Tal qual os entrevistados, muitos se indignam com a atual realidade do protestantismo brasileiro. Poucos, contudo, têm condição, espaço e liberdade para expressar sua indignação, como fizeram os pastores da reportagem. A maior parte dos pastores no Brasil é formada por homens que vivem limitados pelas instituições às quais servem. Homens que não lutam por saberem que há um alto preço a ser pago quando se escolhe levantar-se contra um sistema. Que se conformam por não terem suporte ou estrutura para romperem o status quo e caminharem de forma independente. Há muito inconformado que não levanta a voz. E não se trata de covardia. Chamá-los de covarde por isso, na verdade, que é uma grande covardia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os 'novos evangélicos' não salvarão o protestantismo brasileiro. E nem penso que estejam se propondo a isso. Essa parece ser a &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt; deles. Mas também é a época de muito evangélico que dificilmente irá pra &lt;i&gt;Época&lt;/i&gt;, mas que tem lutado e vivido para fazer dessa época no protestantismo no Brasil o que há de mais próximo do ideal proposto por Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6110155661859686472?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6110155661859686472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6110155661859686472&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6110155661859686472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6110155661859686472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/08/minha-opiniao-sobre-epoca-dos.html' title='Minha opinião sobre a Época dos evangélicos'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-267813997926206645</id><published>2010-08-12T13:22:00.004-03:00</published><updated>2010-11-11T13:22:29.027-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Quando elas se alinham</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal qual o fascínio diante do encontro entre sol e lua, minh'alma pára quando transcendência e imanência se alinham na história. Deus, nessas horas, parece descortinar o outrora oculto, aguçando a semente da eternidade que ele mesmo plantara em nós. Tudo passa a fazer sentido. O incolor é tingido, o disforme toma forma, e somos cativados pelo belo de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando imanência e transcendência se alinham, a vida é regada com esperança. Quando imanência e transcendência se alinham, o distante parece perto. Quando imanência e transcendência se alinham, o impossível se torna real. Quando imanência e transcendência se alinha, o torto é endireitado. É Deus alinhando sua história com a nossa. Ou melhor, a nossa com a dele, já que esta última nunca saiu dos eixos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-267813997926206645?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/267813997926206645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=267813997926206645&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/267813997926206645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/267813997926206645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/08/quando-elas-se-alinham.html' title='Quando elas se alinham'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3677568914367557427</id><published>2010-08-03T11:23:00.004-03:00</published><updated>2010-11-11T13:23:24.114-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Por uma fé reflexiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho me dedicado aos livros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho me dedicado ainda mais às pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho procurado um pouco de silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho tentado decodificar o barulho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva às vezes pareço um ET no contexto evangélico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho valorizado os que pensam diferente de mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho orado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva tenho trabalhado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva valorizo o intelecto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva não desprezo o coração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por uma fé reflexiva. Sempre por ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3677568914367557427?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3677568914367557427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3677568914367557427&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3677568914367557427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3677568914367557427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/08/por-uma-fe-reflexiva.html' title='Por uma fé reflexiva'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6151662895635897100</id><published>2010-07-26T17:57:00.004-03:00</published><updated>2010-11-11T14:02:00.475-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Lameque está entre nós</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lameque foi, segundo a Bíblia, o primeiro homicida que se orgulhou da atrocidade que cometeu. Moisés relata, em Gênesis 4, que este homem matou outro ser humano porque este o feriu, e ainda outro por ter pisado no seu pé. Além disso, fez questão de revelar às suas mulheres sua força e satisfação por fazer justiça com as próprias mãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caim revelou que a desgraça passou a reinar entre os homens depois da queda, ao matar seu irmão Abel. Lameque mostrou quão profundo era o nível de tal desgraça, ao achar graça do que fez. E desde então a humanidade tem reproduzido a mesma história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É impressionante como se mata por nada. Mais ainda é perceber como há quem se orgulha de fazer coisas assim. Lameque está entre nós. Resta-nos, portanto, cuidar para que não pisemos no seu pé.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6151662895635897100?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6151662895635897100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6151662895635897100&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6151662895635897100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6151662895635897100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/lameque-esta-entre-nos.html' title='Lameque está entre nós'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6795266056191560605</id><published>2010-07-24T10:06:00.006-03:00</published><updated>2010-11-11T14:11:55.711-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Ficamos como quem sonha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é 'ficar como quem sonha'? O salmista, certa feita, afirmou que quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ele e seus compatriotas ficaram como quem sonha. Mas isso é...?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem sonhe e, por isso, perca de vista a realidade. Pessoas que se deixam cegar pelos sonhos, e que esquecem o contexto que as cerca. Outros, em contrapartida, julgam sonhar uma perda de tempo, fazendo questão de não dar espaço algum às divagações da sua mente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Penso que nem ao céu, nem à terra. Devemos nos deixar levar além com os sonhos. Eles precisam nos mover. Há uma força nos sonhos que impulsiona os homens a caminhar. No entanto, não se pode viver movido apenas por eles. Sonhar não é abandonar tudo o que seja palpável, e viver apenas com as ferramentas guardadas no inconsciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Céu é terra, ilusão e realidade, transcendência e imanência sempre existiram pra caminhar juntas. Dissociar tais elementos é privar a vida de ser vivida com qualidade e equilíbrio. Ficam como quem sonha os que conseguem unir tais fatores, dosando-os nesta aventura chamada vida. Parece simples, eu sei. Mas, vai tentar...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6795266056191560605?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6795266056191560605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6795266056191560605&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6795266056191560605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6795266056191560605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/ficamos-como-quem-sonha.html' title='Ficamos como quem sonha'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1491874099651440622</id><published>2010-07-20T10:06:00.004-03:00</published><updated>2010-08-02T22:11:53.454-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre a amizade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se Claudinho e Buchecha compuseram aquela música do Piu-Piu sem Frajola pensando na amizade. Até acredito que não. Mesmo assim, tendo ou não a amizade como fonte de inspiração pra sua letra, ela disse tudo o que penso sobre esse assunto. Amigos nos preenchem de tal forma que, sem eles, a impressão que temos é de que estamos incompletos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos chegamos a este mundo sem amigos, mas ninguém sai daqui sozinho. Não dependemos de amizades para viver; mas será que a existência sem amigos pode ser chamada de vida? Não a minha. Fico com Salomão, e valorizo cada vez mais esse mistério que chamamos de amizade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1491874099651440622?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1491874099651440622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1491874099651440622&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1491874099651440622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1491874099651440622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/sobre-amizade.html' title='Sobre a amizade'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1779535095343497148</id><published>2010-07-19T12:09:00.001-03:00</published><updated>2010-07-19T12:11:31.618-03:00</updated><title type='text'>Já volto...</title><content type='html'>Um pouco longe do blog. Já volto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1779535095343497148?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1779535095343497148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1779535095343497148&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1779535095343497148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1779535095343497148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/ja-volto.html' title='Já volto...'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1000196785266577603</id><published>2010-07-09T17:16:00.006-03:00</published><updated>2010-11-11T13:23:46.831-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Uma vida bem mais leve</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sob o olhar dos outros ele parecia se policiar. Era inibido pelo medo de que tirassem conclusões acerca de sua pessoa. Sempre foi demasiadamente preocupado com sua imagem. Acreditava mais na percepção alheia do que em sua própria. E sempre viveu com base no que diziam a seu respeito (ou do que supunha que fossem dizer).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por incrível que pareça, essa paranóia com sua imagem demorou pra chegar ao fim. E sabe como ele aprendeu isso? Sofrendo. Sofreu tentando fazer com que os outros gostassem dele. Sofreu mostrando uma imagem que nunca lhe pertenceu. Sofreu tentando se convencer de que era alguém que nunca foi. Sofreu e aprendeu. Entendeu que por mais que a percepção alheia fosse importante para moldá-lo, não eram os homens os únicos ou principais responsáveis por aprovar ou desaprovar quem ele era ou deixava de ser. Passou, por isso, a simplesmente viver. Sob críticas e aplausos se desprendeu da preocupação que escravizou Narciso. E sentiu que fazendo isso a vida se tornou mais leve; bem mais leve.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1000196785266577603?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1000196785266577603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1000196785266577603&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1000196785266577603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1000196785266577603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/uma-vida-bem-mais-leve.html' title='Uma vida bem mais leve'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-20283747590009694</id><published>2010-07-05T17:48:00.003-03:00</published><updated>2010-11-11T14:00:40.775-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Um Evangelho com a Nossa Cara</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Conhecemos o evangelho protestante pelo trabalho dos americanos. Estes, por sua vez, foram apresentados ao cristianismo da Reforma pelos missionários do velho continente. Desde sempre, aprendemos a ser cristãos como eram os anglo-saxões, mesmo nunca tendo sido um deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não se pode desconsiderar os muitos benefícios que desfrutamos por conta do árduo trabalho daqueles homens e mulheres que abandonaram tudo o que tinham para apresentar aos nossos pais o evangelho da graça. O esforço por eles desprendido é louvável e digno de ser recontado na história. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Uma questão, entretanto, precisa ser repensada pelos que vivem a graça de Deus em terra brasilis. Somos tupiniquins; e por mais que tenhamos recebido a mensagem da graça de Cristo por meio de europeus e norte-americanos, precisamos construir nossa espiritualidade com as ferramentas que temos em nossa terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Nosso contexto é outro. Nossas lutas não são as deles. Nossos anseios se cruzam em alguns pontos, mas se afastam em muitos outros. Nossa bandeira tem outra cor, e nosso povo fala outra língua. Nossa identidade não é importada, e nossa cultura é rica o suficiente para desenhar, em nossa terra, um cristianismo autenticamente latino-americano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"  style="font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Vivo em prol de um evangelho tupiniquim. A mensagem continua a mesma, evidentemente. Mas a forma pela qual a colocamos em prática precisa ser nova; e precisa ser nossa. Acredito em nossa gente; e sei que podemos viver o evangelho de Cristo de forma bem brasileira - um evangelho com a nossa cara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-20283747590009694?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/20283747590009694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=20283747590009694&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/20283747590009694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/20283747590009694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/07/um-evangelho-com-nossa-cara.html' title='Um Evangelho com a Nossa Cara'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2330721260387534615</id><published>2010-06-23T09:23:00.008-03:00</published><updated>2010-11-11T13:21:46.142-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Ensaio(s) sobre a cegueira.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Ensaio sobre a cegueira foi o primeiro livro que li de Jose Saramago. Foi também um dos que mais impactos tiveram sobre mim. O teor da obra deixa qualquer um angustiado do começo ao fim. Uma desconhecida e i&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;ncontrolável&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; epidemia assola uma cidade, deixando-a em condições que de longe ultrapassam o limiar mínimo da dignidade humana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Curiosamente, esta &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; uma obra que parece ser lida e relida em diversas circunstancias - que inclusive ultrapassam o enredo criado pelo escritor português. Eu, pelo menos, sinto que ja reli esta obra quase dez vezes nos últimos doze meses. N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;ão; meu livro continua &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;na prateleira, desde que acabei de lê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; Acontece que cada vez que me deparo com as tragédias que assolam cidades ao redor do mundo, vejo-me diante do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;cenário narrado por Saramago.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;As tragédias - independente de que ordem sejam - geram no ser humano um misto de desespero, indignação, desejo de sobrevivência e tantos outros elementos que, muitas vezes, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;potencializa a maldade que nos é inerente. O caos, diante disso, parece inevitável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Angra dos Reis, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Niterói, Alagoas e Pernambuco, sem contar os constantes eventos de natureza semelhante ocorridos fora do Brasil, se apresentam, a meu ver, como ensaios sobre a cegueira. Piores, todavia, já que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;ão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; estão limitados ao universo da ficção. Revelam o desespero de uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; white-space: nowrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;raça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; que está &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;vulnerável aos acontecimentos de um mundo que é maior do que ela, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;à maldade que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;é do seu tamanho, e a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; consequências cujas dimensões &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;são&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; incalculáveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;O que vejo de diferente nesses ensaios sobre a cegueira - quando os comparo com o que primeiro li - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;é que eles &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;são acompanhados de compaixão e esperança. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;É verdade que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;às vezes compaixão e esperança se escondem no meio do caos estabelecido. D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;e fato, elas costumam ficar apagadas, perdidas no meio de nossa maldade. Todavia, em um mundo criado por Deus elas nunca desaparecem. Seus reflexos, cedo ou tarde, se manifestarão, dando nova ordem ao caos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Sofro com os ensaios sobre a cegueira que tenho visto acontecer. Mas confesso que o que Saramago escreveu me angustia mais. Porque os da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;história&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;, por mais sofríveis que sejam, podem ser revertidos pelo poder da luz, enquanto o do escritor &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;está fadado ao &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;inevitável&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; extermínio de um mundo no qual a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;maldade age livre e desenfreadamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Vivo o caos da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;história&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;. E, ao&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; vivê-lo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;, continuo enfrentando os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;incontáveis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; ensaios sobre a cegueira. Nunca, entretanto, deixando de lado a compaixão e a esperança de ver uma vez mais Deus restabelecer, do caos, a ordem de um mundo que Ele nunca deixou de controlar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2330721260387534615?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2330721260387534615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2330721260387534615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2330721260387534615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2330721260387534615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/06/ensaios-sobre-cegueira.html' title='Ensaio(s) sobre a cegueira.'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5255966548836484051</id><published>2010-06-21T15:43:00.006-03:00</published><updated>2010-11-11T13:54:43.482-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre o meu amigo aeroporto</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Há&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; um ano meu mundo se expandiu. Eu realizei meu sonho de me mudar para fora do meu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;país, e mesmo ouvindo os relatos de pessoas que vivem ou já viveram fora, não fazia ideia do quanto seria acrescentado em minha vida com esta experiência. E, por incrível que pare&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;ça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;, um dos elementos mais marcantes na minha experiência foi a figura do aeroporto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Minha relação com aeroportos parece ser bastante Freudiana. Cultivo por ele uma espécie de amor e ódio em igual medida. Meu nível de ansiedade sobe consideravelmente nos dias que antecedem uma viagem de avião - e mais ainda nas horas em que me dirijo a ele. Por outro lado, acho sensacional a atmosfera daquele lugar, a riqueza gerada pela diversidade de cultura, e a funcionalidade daquelas máquinas voadoras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Neste &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; último&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; ano, no entanto, o aeroporto deixou de ser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; apenas uma porta de entrada e saída do meu país. Ele acumulou a função de me fazer perceber quão valiosas são as pessoas que me cercam. Ter sido levado por algumas delas na minha despedida, ano passado, me fez perceber isso como nunca antes. Desde então, os portões de embarque e desembarque t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;êm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; gerado sensações de  tristezas e alegrias, dependendo da situação. Ja disse isso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/09/sobre-dor-e-alegria.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Engraçado como um mesmo lugar pode te proporcionar sensações tão antagônicas. Mas no fundo, ambas revelam como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;são&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt; preciosos os que chegam ou partem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 25px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Como disse no início, vivendo fora meu mundo se expandiu de diversas maneiras. E uma delas foi a descoberta do tamanho do meu amor por aqueles que já sabia amar. Graças, dentre outras coisas, ao meu amigo aeroporto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5255966548836484051?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5255966548836484051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5255966548836484051&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5255966548836484051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5255966548836484051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/06/meu-amigo-aeroporto.html' title='Sobre o meu amigo aeroporto'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5086959156959968522</id><published>2010-06-15T11:12:00.001-03:00</published><updated>2010-06-15T11:14:33.741-03:00</updated><title type='text'>No ritmo dos que se cansaram dos cansados</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Os erros e escândalos da igreja de Cristo têm gerado um grupo de manifestantes, de diversas vertentes, que tem em comum o grito: 'estou cansado!' São homens e mulheres que, por razões que julgam convenientes, revelam sua não conivência com determinados acontecimentos no movimento evangélico brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não sendo cego à realidade que me cerca, sei exatamente o que acontece no evangelicalismo tupiniquim. Também fico indignado ao contemplar coisas que julgava impossíveis de acontecer - e que são feitas com a maior naturalidade. Escândalos, má fé, oportunismo e falta de vergonha na cara deixam qualquer um cansado mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que não consigo entender é a 'jogada da toalha' de muitos que criticam todas estas coisas. Cansados, abandonam a luta, mas se dão o direito de continuar a esmagar a cana quebrada e a apagar o pavio que fumega. Se cansam 'de fora', visto que não mais se consideram 'de dentro'. E nunca deixam de se cansar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como disse antes, cansar-se dos absurdos é louvável. Todavia, é necessário se cansar 'de dentro'. Cansar e permanecer. Por que de que outra forma haverá esperança para mudança, se todos os que se cansam abandonam o barco? Como haverá melhora na igreja, se os que a compõem desistem dela?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR" style="font-size:12.0pt;font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-US"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;   Deus não desiste da igreja, por mais suja que seja. Tampouco desiste dos cansados, por mais fatigados que estejam. Àquela, oferece constante purificação pelo seu sangue; a estes, oferece renovo de suas forças. Os escândalos não começaram agora; e infelizmente não cessarão até que Cristo volte. A nós, por isso, resta lutarmos de dentro, honrando o povo no qual fomos incluídos, e o nome pelo qual somos chamados.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5086959156959968522?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5086959156959968522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5086959156959968522&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5086959156959968522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5086959156959968522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/06/no-ritmo-dos-que-se-cansaram-dos.html' title='No ritmo dos que se cansaram dos cansados'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2705738423670810153</id><published>2010-06-06T11:15:00.004-03:00</published><updated>2010-11-11T13:49:49.496-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Nao entendo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que importamos teologia europeia e norte-americana, se vivemos em um contexto completamente diferente do deles?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que tomamos os modelos tradicionais como mais apropriados do que os modernos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que sacralizamos o banal e banalizamos o sagrado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que insistimos em um modelo liturgico importado - que, por sinal, ja foi inclusive abandonado nos países dos quais o importamos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que achamos que reverencia significa formalidade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que nao nos permitimos pensar fora da caixa na qual nos inseriram?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que olhamos para as comunidades neo-pentecostais como grupos que precisam aprender conosco, e nao como igrejas que tambem tem algo a nos ensinar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por que tanta resistencia a mudancas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se voce souber o porque de alguma destas perguntas, me de um toque... porque eu nao entendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2705738423670810153?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2705738423670810153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2705738423670810153&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2705738423670810153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2705738423670810153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/06/nao-entendo.html' title='Nao entendo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5542020275965638787</id><published>2010-06-02T08:52:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T13:24:29.605-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre Empacotar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Empacotando as malas, vejo quem sou. O que tenho nao me define, mas me ajuda a conhecer melhor meu universo particular. Nem tudo que veio vai voltar; e nem tudo que volta fui eu que trouxe. Deixo fora da bagagem coisas que trouxe comigo e que, com o tempo, percebi serem desnecessárias. Levo, por outro lado, tantas outras que adquiri aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me permito empacotar por um tempo; mas nao muito. Assim como nenhuma roupa foi feita pra viver na mala, ninguém foi feito pra passar a vida empacotado no que quer que seja. E assim sigo viagem: livre; deixando e levando o que julgo apropriado. Ate que, sabendo o próximo destino, precise empacotar rumo a mais uma jornada - conhecendo, assim, um pouco mais sobre quem sou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5542020275965638787?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5542020275965638787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5542020275965638787&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5542020275965638787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5542020275965638787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/06/empacotando.html' title='Sobre Empacotar'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3484112614141410538</id><published>2010-05-25T08:07:00.009-03:00</published><updated>2010-11-11T13:35:45.467-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Falando grego do púlpito</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Creio ser conhecida de todos a expressão "parece que ele está falando grego". Costumamos dizer isso quando estamos diante de assuntos ou linguagens que nos são completamente estranhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe um 'grego teológico', estranho a muitos, mas necessário àqueles que se dedicam ao estudo da teologia. Seu conhecimento é fundamental para o domínio dos textos do Novo Testamento. É por isso que, nos cursos de teologia, os estudantes são apresentados a esse idioma conhecido como grego Koiné - hoje restrito aos textos antigos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É indiscutível a utilidade dessa ferramenta no conhecimento mais profundo dos textos bíblicos. Conhecer o idioma original do texto expande indescritivelmente nossa relação com o universo da Bíblia. O que é discutível, em minha opinião, é a utilidade do mesmo na no momento de se pregar uma mensagem de um púlpito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho chegado à conclusão de que muitos pregadores acham que seus ouvintes são tão apaixonados por teologia quanto eles. Pensam que eles vão com suas famílias à igreja todos os domingos só para saber mais sobre as declinações gregas e suas variantes; sobre questões fonéticas e diferenças entre o grego bíblico e o moderno. Só pode ser! Porque que outra explicação há para tanta mensagem em torno destas questões?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não penso que não sejam questões importantes. E até acredito que haja pessoas, nos bancos das igrejas, que se interessem por estes assuntos. Mas afirmo que se trata de uma minoria contada nos dedos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel do pregador não é dar aula de grego no púlpito. Ele até pode transmitir o conhecimento adquirido em seu curso em suas pregações. Na verdade, é até bom quando o faz. Contudo, isso precisa ser feito de forma mastigada, leve e esporádica. De outro modo, sempre vão achar que ele está 'falando grego' do púlpito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na igreja vale o bom, simples e compreensível português. Bem falado; contextualizado e ungido. Mais do que isso... já vira conversa de grego.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3484112614141410538?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3484112614141410538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3484112614141410538&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3484112614141410538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3484112614141410538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/05/falando-grego-do-pulpito.html' title='Falando grego do púlpito'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-487963110422328972</id><published>2010-05-21T09:34:00.006-03:00</published><updated>2010-05-21T09:43:42.341-03:00</updated><title type='text'>Os ecos do silêncio</title><content type='html'>Os ecos do silêncio ensurdecem a alma. Pare para ouvi-lo e você verá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-487963110422328972?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/487963110422328972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=487963110422328972&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/487963110422328972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/487963110422328972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/05/os-ecos-do-silencio.html' title='Os ecos do silêncio'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-752261429041437898</id><published>2010-05-18T11:54:00.002-03:00</published><updated>2010-11-11T14:12:15.653-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Como o Vento</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Somos como o vento, soprados de um lado para o outro pelo Espírito. Foi este parte do assunto da conversa entre dois mestres: Jesus e Nicodemos. O mestre de Nazaré disse ao outro que o vento sopra onde quer; que é possível ouvir a sua voz, mas que não se pode saber de onde ele vem, nem para onde ele vai. Assim - o mesmo mestre conclui - é todo aquele que nasce do Espírito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A comparação com o vento pode ter diversas conotações. Transparência; força; discrição; suavidade. Dependendo do contexto, estas e outras características podem ser associadas ao elemento mencionado por Jesus. Parece, contudo, que a escolha do Nazareno foi a de destacar a vulnerabilidade do vento. Ele sopra de um lado para o outro, e muda com tanta frequência que ninguém sabe de onde vem ou pra onde vai.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Assim somos nós. Vulneráveis e sujeitos a constantes mudanças -&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;das mais diversas naturezas. Mudamos a todo instante; somos moldados por ventos que vêm de todas as direções, com diferentes intensidades. Todos eles, contudo, têm uma mesma origem: o sopro do Espírito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há momentos em que o vento vem como um cicio suave; outros, no entanto, parecem indicar a chegada de um tornado. Em algumas ocasiões ele é tão quente; em outras ele carrega um frio quase insuportável. De qualquer forma, ele sempre carregará o sopro do Espírito de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"  style="font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:small;"&gt;Somos Dele. Vulneráveis, é verdade, mas nem tanto. Carregados de um lado para o outro. Sempre, porém, debaixo do controle do rei do universo. Jesus tinha razão. Ninguém sabe de onde o vento vem, nem para onde ele vai. Ninguém; exceto aquele que o move. E como aquele que o move sabe sempre o que faz, o melhor a fazer é se deixar levar pelo bendito sopro de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Cambria, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-752261429041437898?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/752261429041437898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=752261429041437898&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/752261429041437898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/752261429041437898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/05/como-o-vento.html' title='Como o Vento'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-5546015397225816176</id><published>2010-05-12T11:34:00.003-03:00</published><updated>2010-11-11T13:31:05.178-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre esse pequeno grande mundo</title><content type='html'>Em um trem na Inglaterra, voltando pra casa na Escocia. Escrevendo em portugues, de um teclado configurado em ingles. Acompanhado de brasileiros, com os quais me encontrei na Franca e na companhia de quem passeei na Italia, Grecia e Croacia. Tudo tao rapido. Tudo tao perto; ainda que longe.&lt;br /&gt;Esse pequeno grande mundo. Parece que cresceu, porque a cada dia se torna possivel conhece-lo ainda mais. Parece que diminiuiu, porque cada vez se gasta menos tempo pra dar a volta nele.&lt;br /&gt;Eu, menor que ele, aproveito cada oportunidade de desbrava-lo; e me torno maior. Maior e menor, na verdade. Maior do que era, e menor do que serei. Porque as voltas ao seu redor sao ininterruptas. Porque jamais deixarei de explora-lo. Aqui ou ali, da forma que for; sempre me dedicarei a conhecer este pequeno grande mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-5546015397225816176?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/5546015397225816176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=5546015397225816176&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5546015397225816176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/5546015397225816176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/05/pequeno-grande-mundo.html' title='Sobre esse pequeno grande mundo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8426417084131421675</id><published>2010-04-26T12:05:00.003-03:00</published><updated>2010-04-26T12:25:26.553-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Amigo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma boa conversa; papos furados. Franqueza no olhar; disposição pra ouvir. Sabedoria pra aconselhar; coragem pra repreender. Paciência; muita paciência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigos são feitos dessas e outras coisas. Nunca foram fáceis de encontrar. Talvez, porque nunca tenham sido feitos para serem achados. Amizade não se acha; se constrói. Pouco a pouco; e a varejo. É um dos maiores investimentos da vida. Pode acreditar. Só não se esqueça que é um investimento a longo prazo; dos melhores.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8426417084131421675?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8426417084131421675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8426417084131421675&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8426417084131421675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8426417084131421675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/04/amigo.html' title='Amigo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7869771821984278856</id><published>2010-04-20T08:50:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T13:41:38.121-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Caos no céu?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizem que o céu está caótico. Pelo menos o europeu. Desde quinta-feira passada o espaço aéreo britânico está fechado, quadro que se repete em muitos outros países do velho continente, afetados pela erupção de um vulcão islandês. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Caos aéreo' é a expressão que mais se ouve por aqui no momento. Sei não! Já tem uma semana que olho pra cima e o máximo que vejo são pássaros. Nunca vi o céu tão limpo. Ainda que pequena, Edimburgo tem um tráfego de aviões considerável. Nos últimos dias, no entanto, não se vê nenhum risco branco no céu. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A terra, em contrapartida, parece um inferno. Aqui, sim, está estabelecido o caos. As tragédias, naturais ou econômicas, ao redor do mundo parecem não dar trégua. Não sei qual a mensagem por detrás disso tudo. Na verdade, nem sei se há ou tem que haver. Só sei que tudo isso assusta. Quer dizer, assusta a mim; eu, que estou aqui. Ele, que lá está, não é assustado por nada. Por isso que no céu não existe caos. O jeito, pra acalmar, é esperar nele. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem que Davi já tinha falado sobre isso... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7869771821984278856?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7869771821984278856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7869771821984278856&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7869771821984278856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7869771821984278856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/04/caos-no-ceu.html' title='Caos no céu?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8403536563734049826</id><published>2010-04-18T10:04:00.006-03:00</published><updated>2010-04-18T21:16:46.621-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Indo além da cruz</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei que isso tem cheiro de heresia. Afinal de contas, a boa teologia ensina que a cruz é suficiente, e que ir além dela é, na verdade, abraçar outro evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É evidente que não proponho o abandono da cruz de Cristo; tampouco sugiro que sejam colocados ao seu lado outros elementos cuja missão seja completar a mensagem do Calvário. Aprendi com John Stott a centralidade da cruz de Cristo. Reconheço e divulgo sua unicidade. Nada se compara a ela; não há a menor necessidade de colocar nada ao seu lado. Na verdade, fazer isso é desconsiderá-la por completo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha proposta de ir além da cruz, no entanto, parece cada vez mais urgente. Refiro-me à necessidade de falarmos mais do que "Jesus morreu na cruz pra perdoar os seus pecados". Realmente este discurso é fascinante. A melhor mensagem que alguém pode receber! Mesmo assim, ao final da proclamação destas boas novas, fica a pergunta: E...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual a aplicabilidade desta mensagem? E seus desdobramentos e implicações? O que significa isso no dia a dia?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que a mensagem do evangelho é empobrecida porque não vamos além da cruz. Paramos na frase que mencionei acima, e achamos que isso é tudo o que as pessoas precisam saber. Repito; esta é a maior notícia da história! Contudo, ela não pode estar desconectada; solta no universo. É preciso ter os "por isso..."; "portanto..."; "logo..." que decorrem desta grande mensagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deleito-me cada vez que ouço sobre a morte de meu salvador na cruz. Mas entristeço-me, confesso, quando vejo a dificuldade de muitos em ir além desta mensagem. Há muito mais a ser dito. Não ao lado da cruz, mas em decorrência dela. Ir além da cruz, nesse sentido, é uma necessidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8403536563734049826?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8403536563734049826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8403536563734049826&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8403536563734049826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8403536563734049826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/04/indo-alem-da-cruz.html' title='Indo além da cruz'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1150189849333143907</id><published>2010-04-12T08:13:00.006-03:00</published><updated>2010-11-11T13:37:06.695-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Pensando na vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fácil permanecer preso ao passado. Ele parece conferir segurança. Suas amarras dão a sensação de se estar andando em solo firme, já explorado por outras gerações. Pouco há para ser feito; basta seguir as placas antes fincadas, ler o mapa outrora traçado e seguir viagem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não são poucos os que fazem esta escolha. Há muita gente vivendo o presente amarrada ao passado. Uns por preguiça, outros por comodidade. Há ainda os que assim vivem pela convicção de ser ela a melhor escolha a se fazer. Será, contudo, que está é a melhor forma de se viver?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada um escolhe para si o que julga melhor, é verdade. Minhas escolhas podem não ser as mais apropriadas para os outros; e julgá-las melhor para mim não me dá o direito de tomá-las como melhor para todos. Mesmo assim, penso que não faz muito sentido viver preso ao passado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não me oponho ao valor da história. Valorizo, e muito, o legado das passadas gerações. Só que penso que meu desafio é o de viver o presente com as ferramentas e pressupostos que meus dias me apresentam. Nenhuma geração foi chamada para repetir o que a anterior fez. Antes, cada uma existe para viver os desafios que seus dias trazem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso, de fato, nos coloca diante da possibilidade de erros; mas quando é que alguém viveu sem correr o risco de cometê-los? Asume-se, não sei a razão, que reproduzir os acertos do passado garante sucesso no presente. Não necessariamente! Porque os tempos são outros; porque os desafios não são os mesmos; porque os paradigmas já foram substituídos; porque nem mesmo nós somos quem fomos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há fórmula para a vida; e a possibilidade de erros e acertos está diante de nós. Em menor ou maior escala, sempre nos deparamos com ela. Sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1150189849333143907?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1150189849333143907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1150189849333143907&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1150189849333143907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1150189849333143907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/04/pensando-na-vida.html' title='Pensando na vida'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7641557544865007510</id><published>2010-04-06T16:00:00.007-03:00</published><updated>2010-11-11T14:02:30.676-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Deus e as enchentes</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;De longe tenho acompanhado, desde o início do verão, o problema das intensas chuvas no sudeste do Brasil. São Paulo, particularmente, e Rio têm sofrido com as águas que descem dos céus. Adiciona-se a isso o comprometido sistema de escoamento, fazendo com que em poucas horas ruas se transformem em rios. E Deus? Onde está, no meio deste caos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Cabe destacar que nossa leitura deste problema é diferente daquela feita pela maior parte dos afetados pelas enchentes. Usualmente, os mais prejudicados por tragédias de ordem pluvial estão entre as camadas mais pobres da população. Para eles, as enchentes não representam apenas um caos no trânsito. Antes, indicam o risco de perder eletrodomésticos, sua casa (muitas vezes em condições e lugares inapropriados), e até mesmo a vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há quem, diante disso, argumente a ausência de Deus; não de sua existência, mas de sua capacidade de ação. Dizem, estes, que o Criador escolheu não mais saber o que acontece na história, sendo, assim, pego de surpresa por eventos como estes. Como consequência, está incapaz de intervir nos fatos e reverter as circunstâncias. Sofre, mas nada faz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Há, ainda, quem veja tais fatos como juízos de Deus - à semelhança do que aconteceu nos dias de Noé. Dizem que a taça da ira de Deus está sendo derramada, e que as recentes tragédias refletem a intensidade do furor de Deus diante de uma raça rebelde.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Penso não estar a resposta em nenhum destes dois extremos. Deus está, sim, a agir na história. Apatia e indiferença nunca foram escolhas de um ser que tem o amor como sua essência. Por outro lado, juízo e cólera não passam de respostas simplistas, míopes e inconsistentes, que apresentam o Criador como alguém que tem prazer na morte daqueles que criou à sua imagem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"  style="font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Deus sofre com as enchentes. Jamais se regozija na morte de seres humanos. Nunca ri vendo alguém chorar. Trabalha incessantemente, protegendo não somente seu povo, mas todos os homens de males maiores. Está presente nos livramentos e nos lutos; sempre agindo; sempre se importando; como sempre fez e sempre fará&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7641557544865007510?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7641557544865007510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7641557544865007510&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7641557544865007510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7641557544865007510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/04/deus-e-as-enchentes.html' title='Deus e as enchentes'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7230967878108324687</id><published>2010-03-31T13:55:00.004-03:00</published><updated>2010-11-11T13:25:33.643-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Lendo a Bíblia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele aprendeu o valor dos relacionamentos. Descobriu a centralidade do humano em um mundo divino. Percebeu o valor dado pelo Criador à criatura, a ponto de tornar-se uma delas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele viu que o mundo é maior que seu umbigo. Que as necessidades alheias são tão importantes quanto as dele, e que o seu 'próximo' pode ser um amigo ou inimigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele descobriu que uma das maiores virtudes está em se viver respeitando as diferenças. Que unanimidade não garante paz, assim como as diferenças não causam, necessariamente, guerra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele aprendeu a se calar diante dos mistérios do universo, a respeitar o silêncio de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele viu que a história não é um conto de fadas. Há capítulos que nos fazem sorrir, assim como há os que nos fazem chorar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lendo a Bíblia ele viu como ainda há o que aprender; e sentiu por ainda haver gente nesse mundo que não lê a Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7230967878108324687?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7230967878108324687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7230967878108324687&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7230967878108324687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7230967878108324687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/03/lendo-biblia.html' title='Lendo a Bíblia'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-508786246609776346</id><published>2010-03-22T16:21:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T13:25:51.380-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Imprevisível</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele saiu em busca de resolver seus problemas. Encontrou outros no caminho. Tão preocupado com os antes previstos, não se deu conta de que são os imprevisíveis que derrubam as pessoas. Depois de se recobrar da queda, passou a caminhar mais atento. Sempre desfrutando da vida, é verdade; mas consciente da imprevisibilidade das coisas. 'Ninguém pode prever o futuro', pensou ele. Na verdade, existe um que pode; um somente. Mas como ele sabia que este um não era ele, resolveu prosseguir a vida prevendo algumas coisas e sendo surpreendido pelo imprevisível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-508786246609776346?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/508786246609776346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=508786246609776346&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/508786246609776346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/508786246609776346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/03/imprevisivel.html' title='Imprevisível'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3140460820916661398</id><published>2010-03-17T18:28:00.005-03:00</published><updated>2010-11-11T13:26:22.209-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre as mudanças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudo o tempo todo. Quando acho que sou uma coisa, descubro que já deixei de ser. Evoluo e involuo; cresço e diminuo. Ora penso de um jeito, ora de outro. Já tive certeza do que hoje duvido; e já duvidei do que estou certo. Acho que a vida é sempre assim. Na verdade, penso que é assim que se cresce. Não sou hoje quem fui ontem, nem serei amanhã quem sou hoje. Sou o que todos somos... eternas mudanças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3140460820916661398?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3140460820916661398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3140460820916661398&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3140460820916661398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3140460820916661398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/03/eternas-mudancas.html' title='Sobre as mudanças'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-286072863363634308</id><published>2010-03-10T20:37:00.006-03:00</published><updated>2010-03-10T20:56:18.568-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Perto de Deus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num Brasil de evangélicos, quero apenas ser um bom cristão. Não penso em decretar nada; decreta quem tem plena autoridade, o que não é o meu caso nesse mundo criado por Deus. As línguas estranhas que busco falar são as que me fazem compreendido em países onde não se entende português. Tento ser um profeta sem predizer o futuro; prefiro tentar ajudar os que estão ao meu redor a viver bem no presente. Não entendo quem tenta se divinizar para se revelar um grande homem. Acho que é ao se humanizar que se encontra o divino. Pelo menos foi esse o caminho apresentado por Deus. Foi quando o verbo se fez carne que a beleza de Deus foi vista. E é assim que quero viver. Cada vez mais homem; pois quanto mais me humanizo, mais perto de Deus me encontro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-286072863363634308?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/286072863363634308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=286072863363634308&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/286072863363634308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/286072863363634308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/03/perto-de-deus.html' title='Perto de Deus'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2189529256608867720</id><published>2010-03-02T07:37:00.007-03:00</published><updated>2010-11-11T13:55:50.602-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>Será que é homesick?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Moisés falou que Deus fez o homem do pó da terra. A cada dia me convenço de que o pó com o qual fui feito é de &lt;i&gt;terra brasillis.&lt;/i&gt; O povo aqui chama isso de &lt;i&gt;homesick&lt;/i&gt;. Dizem que é algo muito comum nos seis primeiros meses de alguém que vive fora de sua terra. Estamos entrando no nosso oitavo, e esse tal de &lt;i&gt;homesick&lt;/i&gt; não vai embora. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso não significa que não estamos gostando daqui. Estamos; e muito! A experiência de se viver em outra cultura é impagável. É impressionante como você se conhece quando se propõe a conhecer os outros, e nossa gratidão a Deus é ininterrupta pela oportunidade de estarmos vivendo aqui. Mesmo assim, parece que fica faltando algo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou começando a achar que estrada de terra, caldo de cana, pastel, churrasco, açaí, guaraná e outros detalhes são mais importantes do que eu imaginava em minha vida. Um fim de tarde surfando na Tia Salete, uma noite de domingo depois da igreja no Cítrika, um peixe na Tia Penha. Coisas tão simples, mas que encontraram um lugar na minha história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida muda; é verdade. Ganha-se e perde-se indistintamente. Mas há coisas que você quer carregar pra sempre - mesmo que um dia perceba ser impossível realizar tal proeza. E enquanto a gente não percebe, o melhor é seguir tentando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se é &lt;i&gt;homesick&lt;/i&gt;. Tenho uma leve impressão de que é amor. Amor por uma terra e por uma história. Uma terra que está misturada ao meu sangue; uma história que está longe de acabar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2189529256608867720?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2189529256608867720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2189529256608867720&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2189529256608867720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2189529256608867720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/03/sera-que-e-homesick.html' title='Será que é homesick?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-998368987068358094</id><published>2010-02-22T17:17:00.004-03:00</published><updated>2010-02-22T17:57:33.717-03:00</updated><title type='text'>Por um Brasil mais brasileiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu voto na proposta de se fazer um Brasil mais brasileiro. Acho que deveríamos importar menos filosofias estrangeiras, e passar a construir a nossa própria. Acho que temos música boa o suficiente para fazer com que a língua inglesa não seja a mais tocada em nossas rádios. Acho que nossa língua é bonita o bastante para dar nomes àquilo e àqueles que nascem em nossa terra. Acho que deveríamos acertar sozinhos, e até mesmo errar os nosso próprios erros, sem trazer os erros que vêm de fora. Acho que o desde sempre 'país do futuro' não se valoriza, razão pela qual carregará esse status &lt;i&gt;ad aeternum&lt;/i&gt;. Acho que nossa espiritualidade deve ser construída a partir de nossas experiências latinas, e não ditada pelos modelos europeus e norte-americanos. Acho que nossa aceitável malandragem esconde um lapso no caráter nacional, e que não deveria nos fazer ter orgulho do 'jeitinho brasileiro'. Acho que verdadeiramente não deveríamos desistir nunca. Acho que poderíamos trabalhar para fazer nossa terra ser conhecida por mais do que 'terra do samba, mulata, futebol e corrupção'. Acho que poderíamos aprender a olhar mais pra cima, de onde vem o nosso socorro.  Acho que é isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-998368987068358094?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/998368987068358094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=998368987068358094&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/998368987068358094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/998368987068358094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/02/por-um-brasil-mais-brasileiro.html' title='Por um Brasil mais brasileiro'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-9114025995264613251</id><published>2010-02-05T17:17:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:27:01.461-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Musicar é Teologar</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Viver fora do país tem me feito escutar muita música brasileira. Parece que é uma forma de me manter conectado com minha terra. Nessa jornada, tenho procurado ouvir de tudo. Todos os estilos passam pelo meu Ipod. E pra falar a verdade, tenho me surpreendido com o quanto a arte na forma de música tem me ajudado a ver a vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Falando ou não de Deus, usando ou não terminologias evangélicas, toda música encena uma perspectiva do universo. Há quem sonhe com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;tempos modernos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;; há quem &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;deixe a vida levar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;há quem goste de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;festa,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; e ainda aqueles que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;dormem na praça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Bêbados e equilibristas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; procuram sentido numa vida marcada por diversas formas de ditadura. São tempos nos quais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;vilarejos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; tornam-se abrigos para aqueles que parecem estar &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;desafinados &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;em relação ao tom imposto por quem dita as &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;regras do jogo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. '&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Que país é esse&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;?', perguntam os inconformados. Homens e mulheres que pegam o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;trem das onze&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; para voltar para suas casas depois de longas e sofridas jornadas de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Na rua, na chuva, na fazenda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;; em qualquer lugar e sob qualquer condição encontra-se gente fazendo sua &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;romaria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Parece até que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;quem quiser falar com Deus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; tem que dar nó em pingo d'água. Mas é porque a vida é mais complexa do que um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;samba de uma nota só&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. E isso se aprende &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;devagar, devagarinho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;No fim das contas, ao escutar nossa música brasileira, percebo que, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;como nossos pais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, tudo o que fazemos e compomos é, na verdade, uma tentativa de compreender, vivendo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;um pouco mais da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;essência de Deus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Aquele que é o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Alfa e o Ômega&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;, o grande &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;tapeceiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; da história; nosso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;amigo fiel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-9114025995264613251?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/9114025995264613251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=9114025995264613251&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/9114025995264613251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/9114025995264613251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/02/musicar-e-teologar.html' title='Musicar é Teologar'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3302943667355983137</id><published>2010-02-03T14:08:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:27:16.122-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Como ele vê a vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele nunca entendeu essa visão dicotômica da vida. Até tentou, por um tempo, fazer uso do vocabulário evangélico, já que, como qualquer pessoa, temia a exclusão por parte do seu grupo. Mas não durou muito; falar sobre "vida espiritual" e "vida secular" nunca lhe desceu goela abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra ele, vida é vida. Num boteco ou na igreja; falando de Jesus ou futebol, nada o torna menos ou mais espiritual do que aquilo no qual Cristo o transformou. E com isso está mais do que satisfeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diz ele que há vezes nas quais um churrasco seguido de uma roda de samba o aproxima de Deus mais do que algumas atividades eclesiásticas. Eu acredito. Ninguém nega sua devoção e espiritualidade. Vejo nele Cristo. E através dele aprendi que a vida é uma só. Não se vive duas vidas. Para alguém que nasceu de novo, nada é secular; ainda as menos religiosas atividades tornam-se espirituais, quando realizadas por alguém cujo coração de pedra foi trocado por um de carne. Isso ninguém tira do coração dele. E eu espero que tampouco saia do meu. Quero viver a vida como ele faz, como Jesus fez; sendo apenas um aqui, ali e em qualquer lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3302943667355983137?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3302943667355983137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3302943667355983137&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3302943667355983137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3302943667355983137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/02/como-ele-ve-vida.html' title='Como ele vê a vida'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7132480899069416249</id><published>2010-01-21T21:54:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:27:38.708-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>O evangelho do silêncio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto do evangelho que é proclamado em silêncio; acho que ele fala mais alto. O grito dos homens abafa o discurso da natureza. Tão preocupados com suas palavras, não vêem como o azul dos céus proclama a glória de Deus; ou como dia e noite discursam, formando um belo caderno de poesias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia vi o sol pregar. Sumindo no horizonte, pintava o céu de vermelho. Parecia falar do Criador. As estrelas, pouco depois, indicavam discursar no mesmo tom. Antento, descobri como minhas palavras ocupam apenas um singelo espaço na proclamação da mensagem divina. Elas tão somente pontuam a voz que se faz ouvir na criação. Importantes eu sei que são; contudo, se desafinadas estragam a harmonia criada pelo maestro. E, não sei como, abafam a mensagem daqueles que pregam sem nunca terem aprendido a falar. Por isso respeito o silêncio. Espero minha vez de falar. Vai que eu estrago o sermão bem na hora do apelo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7132480899069416249?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7132480899069416249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7132480899069416249&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7132480899069416249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7132480899069416249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/01/o-evangelho-do-silencio.html' title='O evangelho do silêncio'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-6113464526157688868</id><published>2010-01-20T20:23:00.008-02:00</published><updated>2010-11-11T13:28:45.241-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Ele e o mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tentando conhecer o mundo, descobriu que dele mesmo pouco conhecia. Passou, então, a investigar a si mesmo. Foi quando descobriu que ele e o mundo não se dissociam; o outro é o um e o um é o outro. Formam-se e deformam-se, numa intrigante jornada de erros e acertos, avanços e retrocessos. Cansou-se de tentar descobrir quem era. Isso, porque tentou conhecer tudo de uma vez. Passou, então, simplesmente a viver. E descobriu que é vivendo que se conhece; um pouco de cada vez. Ele e o mundo; os dois, que na verdade são um.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-6113464526157688868?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/6113464526157688868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=6113464526157688868&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6113464526157688868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/6113464526157688868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/01/ele-e-o-mundo.html' title='Ele e o mundo'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3258714817441238213</id><published>2010-01-14T08:03:00.006-02:00</published><updated>2010-11-11T13:46:17.184-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>A dor pelo  Haiti</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S071Hlc_CzI/AAAAAAAAAT4/P8H0sZTOQy4/s1600-h/image.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 177px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S071Hlc_CzI/AAAAAAAAAT4/P8H0sZTOQy4/s320/image.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426544111689599794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#551A8B;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dor pelo Haiti é a dor por um mundo que ainda se compadece; por um mundo que, marcado pelo individualismo, resgata - em momentos como este - o senso de coletividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a dor de ver os pobres sendo afetados por tragédias naturais - que apesar de não escolherem classes sociais, parecem afetar majoritariamente os menos favorecidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a dor de ver tudo ser tirado daqueles que nada tinham; ou de contemplar as lágrimas dos que, hoje em foco, serão esquecidos pelos holofotes do mundo talvez em um mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dói no coração ver tanta gente sentido dores na pele e na alma; dores que, na verdade, aumentarão à medida que a adrenalina e o choque da tragédia passarem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dói saber que as ajudas humanitárias - por mais nobres que sejam - não trarão aos que sofrem a companhia dos que, vivos ou mortos, tiveram seus sepulcros lacrados por imensas placas de concreto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessas horas vemos como fomos criados para sermos um. E aprendemos a chorar com os que choram por uma dor cuja dimensão não alcançamos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dói. Porque como dizia Caetano, o Haiti que não é aqui, na verdade é aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3258714817441238213?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3258714817441238213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3258714817441238213&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3258714817441238213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3258714817441238213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/01/dor-pelo-haiti.html' title='A dor pelo  Haiti'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S071Hlc_CzI/AAAAAAAAAT4/P8H0sZTOQy4/s72-c/image.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3444143560712662249</id><published>2010-01-09T10:08:00.001-02:00</published><updated>2010-11-11T13:44:44.167-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Ouvindo a voz de quem?</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O discurso religioso encontra-se entre os mais perigosos. Ainda que sejam maravilhosas, as verdades religiosas podem funcionar como uma arma contra a sanidade. Não são poucas as pessoas que, em nome da religião, cometem absurdos das mais diversas naturezas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;As emissoras de televisão, ávidas pelos escândalos evangélicos, não deixam escapar nenhuma atrocidade cometida por pessoas que dizem professar a fé evangélica. O pastor que matou sua esposa; o evangélico que sonegou os impostos; o cantor que fatura milhões em nome de um suposto ministério; etc. No fim, para todos estes acontecimentos, a mesma justificativa: Ouvi a voz de Deus me direcionando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Interessante reparar que nós, crentes no anonimato, também padecemos do mesmo mal. Somos, em diferentes contextos, tentados a dar à nossa vontade um caráter divino. Não poucas vezes justificamos nossas atitudes com o carimbo dos céus. "Deus me mandou dizer ou fazer isso", afirmamos. Caminhamos, assim, sem peso na consciência, crendo que - agradáveis ou não aos demais - nossos atos na terra refletem a instrução dos céus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Devíamos, antes, aprender que a Bíblia revela ser a liberdade uma das virtudes com as quais fomos criados. Dentre outras coisas, isso significa que nós - e nós somente - somos responsáveis pelo que falamos ou fazemos. As orientações de Deus nos vêm através de sua santa palavra. O que passa disso deve ser tratado como fruto de nossas próprias decisões - o que não faz de nós pessoas menos espirituais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nada há de errado em ouvirmos a voz de Deus. Contudo, devemos ser honestos ao reconhecer que, na maioria das vezes, o que ouvimos é a voz de nosso coração. Isso não invalida nosso discurso. Antes, mostra que somos seres livres para pensar e decidir, debaixo da graça do Altíssimo, errando e acertando, enquanto enfrentamos o grande desafio de viver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:Cambria;mso-fareast-font-family: Cambria;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Essa é a minha voz,     &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;                                            &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3444143560712662249?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3444143560712662249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3444143560712662249&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3444143560712662249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3444143560712662249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2010/01/ouvindo-voz-de-quem.html' title='Ouvindo a voz de quem?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-7687190741861103404</id><published>2009-12-30T20:27:00.006-02:00</published><updated>2010-11-11T14:13:43.956-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>2 Pesos; 2 Medidas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Parece cada dia mais concreta a tese de que evangélicos são adeptos da filosofia popular "dois pesos e duas medidas". Dentre as muitas razões pelas quais tenho chegado a esta conclusão, encontra-se a maneira pela qual os referidos cristãos reagem diante de uma conhecida passagem bíblica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Refiro-me ao episódio de Daniel na cova dos leões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O profeta do nome belo (rs) havia sido escolhido com um dos 120 príncipes do reinado de Dario. Tendo sobrepujado a todos, tornou-se objeto de inveja alheia. Em nada havendo motivo que o incriminasse e destituísse de seu posto, foi proposto ao rei Dario que promulgasse uma lei impedindo que, no curso de 30 dias, fossem feitas petições a outro homem ou Deus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Descumprindo a regra, Daniel é lançado na cova dos leões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ao ver, no dia seguinte, que Daniel vive, Dario promulga outro edito, obrigando todas as pessoas a adorarem, a partir de então, o Deus do profeta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Se não estou enganado, é comum cristãos lerem esta passagem achando o primeiro edito um absurdo, e o segundo uma bênção. Pergunto: Em quê ambos diferem? Os dois refletem um autoritarismo tirano e cruel (se bem que todos assim são). A única diferença é que um "beneficia" o povo de Deus e o outro não. Por isso, e principalmente por isso, muitos cristãos acham belo o desfecho desta história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Preocupa-me saber que a hermenêutia aplicada nesta passagem reflete, na verdade, a hermenêutica aplicada à vida dos que assim a enxergam. Até quando evangélicos acharão certo aquilo que, fossem outros os personagens da história, considerariam errado? Quando o barulho das vigílias será tido como tão desrespeitoso quanto o batuque dos terreiros? Ou o lixo acumulado na rua nos eventos &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;gospel&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; que paralizam a cidade tão poluentes quanto os recolhidos no carnaval?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;2 pesos; 2 medidas. Vale a pena pensar nisso; e ver se Jesus leria a Bíblia e a vida dessa forma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-7687190741861103404?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/7687190741861103404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=7687190741861103404&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7687190741861103404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/7687190741861103404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/2-pesos-2-medidas.html' title='2 Pesos; 2 Medidas'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4335647646206159522</id><published>2009-12-27T17:01:00.005-02:00</published><updated>2010-11-11T13:44:14.278-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>Gosto do Deus que se silencia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca consegui entender muito bem o Deus sistemático que alguns apresentam. Aprendo muito com a sistematização da teologia, não posso negar. Contudo, não me apetece o estilo cristão de ser que propõe respostas para todas as questões. Há quem tenha soluções prontas para perguntas que nem ao menos foram feitas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto do Deus que se silencia - ainda que não seja muito chegado ao silêncio de Deus. Ele me faz ver que meu conhecimento dos fatos não é necessário para que as coisas continuem a acontecem. O Deus que se silencia me indigna com sua aparente ausência, ao mesmo tempo que me enche de esperança com a possibilidade de uma nova presença. Ele me mostra que, mesmo não vendo, a vida segue. O Deus que se silencia me ensina que barganha, com ele, não funciona. E que em seu mundo favores não são conquistados em troca de consagrações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero, para 2010, o mesmo Deus que às vezes trabalha em silêncio; ainda que espere, de todo coração, não ter que conviver com o silêncio de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4335647646206159522?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4335647646206159522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4335647646206159522&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4335647646206159522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4335647646206159522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/gosto-do-deus-que-se-silencia.html' title='Gosto do Deus que se silencia'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-1885701299583199265</id><published>2009-12-24T13:35:00.005-02:00</published><updated>2009-12-24T14:11:02.749-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Como assim, "não há lugar"?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como assim, "não há lugar"? Será que ninguém nessa cidade sabe quem é o menino que está pra nascer? Está certo que eu também não sabia; mas desde que ouvi a conversa dos magos com Herodes não consegui mais parar de pensar nele. Vim pra Belém antes dos sábios, querendo ver se encontrava a bendita família. Achei-os, e surpreso fiquei! Ninguém os acolhia em suas hospedarias. Parece que não sabiam com quem estavam lidando. Minha vontade era de me aproximar e dizer que dessem algum jeito. Mas a calma do casal - somada ao fato de eu nada ter a ver com a história - me faziam permanecer como um mero expectador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maria e José pareciam não ser abalados por nada. Tanto é que encontraram um estábulo, e ali decidiram ficar. Aquilo, inicialmente, me pareceu uma loucura. Depois entendi que não era. Foi uma antecipação de Isaías 65. Os animais pareciam entender exatamente do que se tratava, pois não percebi nem ao menos um sinal de ameaça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que tive a mesma experiência que, alguns dias depois, Simeão vivenciou no templo. Tive a certeza de que meus olhos viram a salvação. Saí dali extasiado, na hora que os magos se aproximavam. Foi a primeira vez que vi o brilho do ouro ser ofuscado, o cheiro do incenso ser anulado e a mirra ser reduzida a pó. Tudo pelo poder que emanava do menino que acabara de chegar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-1885701299583199265?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/1885701299583199265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=1885701299583199265&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1885701299583199265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/1885701299583199265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/como-assim-nao-ha-lugar.html' title='Como assim, &quot;não há lugar&quot;?'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-2975430894088597968</id><published>2009-12-19T10:47:00.004-02:00</published><updated>2010-11-11T14:14:14.456-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teologando'/><title type='text'>O verbo virou gente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E o verbo virou gente e habitou entre nós cheio de graça e de verdade; e vimos sua glória como a do Pai; e vimos sua glória, glória do Pai." (Vencedores por Cristo)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto Mateus apresenta o nascimento do rei e Lucas o nascimento do homem perfeito, João dedica-se a apresentar a encarnação do verbo. Sua mentalidade filosófica é impressionante - assim como sua capacidade de contextualização. O conceito do logos como originador de todas as coisas era conhecido entre os filósofos daquela época. João, por isso, se apropria desta terminologia para dizer que o causador permitiu-se ser causado na história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O verbo não nasceu, disse João. Ele sempre esteve com Deus. Agora, entretanto, resolveu estar também com os homens. Tornou-se um deles, fazendo do seu lar sua própria morada. Veio; e trouxe graça e verdade. É verdade! Foi por causa dele que vimos a glória do Pai. E é por causa dele que, hoje e sempre, damos glórias ao Pai.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-2975430894088597968?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/2975430894088597968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=2975430894088597968&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2975430894088597968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/2975430894088597968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/o-verbo-virou-gente.html' title='O verbo virou gente'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-4078355261060275878</id><published>2009-12-12T10:12:00.003-02:00</published><updated>2009-12-12T10:42:54.862-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Uma mulher e um cântaro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma mulher e um cântaro. Buscando água em terra seca, ao sol do meio dia. É óbvio que não queria ser encontrada por ninguém. Todas as suas amigas já haviam buscado água cedo pela manhã, ou iriam no fim da tarde - momentos em que o sol era mais fraco. Não ela. Prefiria a força do sol sobre sua cabeça à possibilidade de expor sua tragédia a quem quer que fosse. O sol rachando lhe traria menos dor de cabeça. E assim o fez. Partiu para o poço quando ninguém partiria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso foi o que ela pensou. Não querendo se encontrar com ninguém, deparou-se com alguém. E mesmo tentando ignorá-lo, foi surpreendida por um pedido de água. Isso a deixou confusa, pois a relação judeus/samaritanos não era das mais fáceis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conversa vai, conversa vem, aquele que pedia água passou a oferecê-la. Aquela simples proposta lhe pareceu irresistível, posto que ela se rendeu à água da vida. Viu seu cântaro encher. E diz a história que, milagrosamente, ele nunca mais esvaziou. Tudo porque, numa tarde de sol, aquele que vive para encher cântaros vazios se encontrou com aquela mulher que fez o possível e o impossível para não se encontrar com ninguém!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-4078355261060275878?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/4078355261060275878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=4078355261060275878&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4078355261060275878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/4078355261060275878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/uma-mulher-e-um-cantaro.html' title='Uma mulher e um cântaro'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-8898652387588501407</id><published>2009-12-08T14:29:00.006-02:00</published><updated>2010-11-11T13:29:11.144-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre...'/><title type='text'>Sobre o tal do Livro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pertenço ao século em que nasci. E sobre isso já falei &lt;a href="http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/08/sobre-como-amo-tecnologia.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Procuro caminhar com os avanços tecnológicos que despontam em minha era, pois enxergo boa parte deles como meus aliados. Existem algumas coisas, porém, que me prendem ao passado. E uma delas é o tal do livro. Até tentei modernizá-lo. Tenho sempre algo bom pra ler em meu Ipod. Nunca o fiz, todavia. Gosto do barulho das páginas, das anotações em suas orelhas, dos marcadores me indicando quanto ainda falta para terminá-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tal do livro tem uma mágica que lhe é única. Seu poder é milenar. Desde que foi inventado nenhuma geração jamais o viu como obsoleto. E isso diz muito a seu respeito. Mesmo rendido à tecnologia, continuo venerando esse bando de papel reunido, redigido e numerado; o tal do livro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-8898652387588501407?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/8898652387588501407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=8898652387588501407&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8898652387588501407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/8898652387588501407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/o-tal-do-livro.html' title='Sobre o tal do Livro'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1153639668572582714.post-3055536544886528995</id><published>2009-12-02T09:50:00.006-02:00</published><updated>2010-11-11T13:47:18.235-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar'/><title type='text'>O nome de Jesus e a vergonha nacional</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mais um escândalo evangélico. Bom era o tempo quando o evangelho escandalizava. Hoje, pseudo-portadores da mensagem de Cristo se incumbem dessa tarefa. Ninguém está isento de envergonhar o nome de Cristo, é verdade, já que nessa vida erros são tão inevitáveis quanto acertos. Agora, maligna e descaradamente usar o nome do Nazareno para adquirir bençãos do alto é falta de vergonha na cara! Pior do que isso, é um atestado de ignorância!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu estaria rindo, não fosse trágica a situação. A ignorância desses lobos em pele de cordeiro é tão grande que eles acham que o nome de Jesus funciona como um amuleto mágico capaz de atrair o favor do Criador. É verdade; eles jogam o caráter pro alto, invocam o nome de Cristo e acham que um "em nome de Jesus; amém!" cobre a podridão de suas intenções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ignorantes! Não há outra palavra. Ignoram o verdadeiro sentido das Escrituras. Não conseguem compreendê-la, visto que para tal é necessário nascer de novo. Invocam um Cristo que não conhecem e, pior, que a despeito de tê-los criado, nunca os conheceu. Oram em nome do mesmo barJesus repreendido pelos apóstolos. Servem às trevas, mesmo citando o nome da Luz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Em se tratando do evangelho, por estes homens eu não sinto vergonha; nenhuma. Não há porque; não representam o povo do qual faço parte. Tenho vergonha como cidadão da nação que representam. Isso me entristece. Porque o Cristo que eu sirvo, eles nunca representaram; mas do Brasil onde meu coraçao vive, lamentavelmente, eles carregam o nome. E isso dói.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1153639668572582714-3055536544886528995?l=feverdadeiramundoreal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/feeds/3055536544886528995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1153639668572582714&amp;postID=3055536544886528995&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3055536544886528995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1153639668572582714/posts/default/3055536544886528995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://feverdadeiramundoreal.blogspot.com/2009/12/o-nome-de-jesus-e-vergonha-nacional.html' title='O nome de Jesus e a vergonha nacional'/><author><name>Daniel Guanaes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01966194276854963863</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cVz0YSa4Ngg/S42e5z404MI/AAAAAAAAAU4/WXywyPIhC-o/S220/Rosto+Daniel.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
